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O que é o desvio de septo?

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O septo nasal nada mais é do que uma parede formada por osso, cartilagem e mucosa, que separa as narinas.

O desvio de septo pode ser considerado um distúrbio congênito e manifestar-se durante o desenvolvimento dos ossos, na infância. Em muitos casos, o desvio pode resultar de processos inflamatórios, infecciosos, alérgicos crônicos, cirurgia ou devido a traumatismos e quedas. Os desvios começam a representar um problema a partir do momento que impede o sistema respiratório funcionar normalmente, porém, é necessário investigar para ver se o problema é o desvio, ou uma rinite, pólipo ou cornetos nasais.

Em alguns casos, o desvio de septo não causa nenhum sintoma, mas em outros pode provocar obstrução nasal e assim causar retenção das secreções, rinossinusite crônica e até mesmo sangramentos. Outros sintomas recorrentes são: respiração pela boca, apneia do sono, roncos, cansaço, dificuldade para dormir e dores de cabeça. A maioria destes sintomas pode aparecer durante resfriados e outras infecções.

O diagnóstico é feito após um exame clínico, levando em conta os sintomas, além de um exame que possibilita a visualização do interior das narinas. Um diagnóstico certeiro tem que ser feito, para que os sintomas não sejam confundidos com outra enfermidade nasal.

O tratamento é feito através de uma cirurgia, a septoplastia, indicada quando a pessoa tem uma dificuldade de respirar de maneira livre. É de extrema importância verificar se não existem outros fatores que estão corroborando com a obstrução e por isso, o melhor é que a cirurgia seja feito no fim da adolescência, quando o nariz e outras mudanças faciais já acabaram, caso a cirurgia seja feita na adolescência e o nariz volte a crescer,o riscodo desvio voltar é muito grande.

No aspecto estético, a cirurgia melhora a aparência do nariz, deixando ele sem imperfeições.

As principais recomendações se referem à atenção no dia-a-dia, para que o desvio de septo não aconteça. Caso a criança durma com a boca aberta, procure um médico, já que esta posição faz com que a língua pressione o céu da boca e empurre o septo nasal. Caso pratique exercícios em grupo, com grande contato, procure tomar cuidado para não sofrer quedas e assim ocasionar o desvio de septo.

Não dormir bem durante a noite pode afetar o coração

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É recomendado que se durma, em média, de 8 à 10 horas por noite, pois quando dormimos menos do que esse tempo não conseguimos liberar os hormônios necessários para a nossa saúde (veja aqui, quantas horas você deve dormir de acordo com sua idade). Porém, isso nem sempre é possível, já que cada vez temos menos tempo para realizar nossas atividades.

Sabemos que o sono é essencial para a saúde da pele, combater infecções, evitar obesidade e para a saúde mental, mas estudos recentes têm mostrado que dormir menos do que seis horas por noite pode trazer prejuízos também ao coração.

A Universidade de São Paulo (USP), está realizando uma pesquisa investigativa a fim de descobrir o que poucas horas de sono podem causar à saúde de uma pessoa. Foram observados 2.400 voluntários, os quais usaram um aparelho durante uma semana que registrou as horas de sono de cada um. Vinte e sete por cento das pessoas avaliadas até agora, dormem menos do que seis horas durante a noite.

Uma outra pesquisa que foi realizada nos Estados Unidos e que contou com 1.300 pessoas, revelou que aquelas que possuem fatores de riscos para problemas do coração e dormem menos do que as seis horas recomendadas, têm o dobro de chances de morrer por AVC e infarto.

Mas nem tudo está perdido, já que é possível adotar estratégias para melhorar a qualidade do sono, como higiene do sono, meditação, terapia cognitiva comportamental e exercícios de relaxamento. Além disso, é importante que as horas de sono durante a noite não sejam inferiores a seis.

Taxa de colesterol

O colesterol sofreu algumas mudanças em suas medidas, segundo o consultor e cardiologista Roberto Kalil. O colesterol bom aumentou, e os índices do colesterol ruim diminuíram.

LDL (colesterol ruim) – abaixo de 70 mg/dl para pessoas com alto risco cardíaco. Abaixo de 50 mg/dl para pessoas com um risco cardíaco muito alto.

HDL (colesterol bom) – antes era preciso estar acima de 60 mg/dl. Hoje, acima de 40 mg/dl.

Colesterol total – antes era necessário estar abaixo de 200 mg/dl. Agora, abaixo de 190 mg/dl.

 

Infecção urinária pode ser provocada por baixa imunidade e falta de higiene

 

Muito frequente em mulheres após a puberdade, a infecção urinária causa dor e desconforto.

A infecção urinária como qualquer outra infecção tem ligação com a falta de higiene e a imunidade baixa, porém existem outros fatores que pode ocasionar essa infecção, tais como relação sexual sem proteção, não urinar após as relações sexuais, uso prolongado da mesma peça de roupa íntima, segurar o xixi ou até mesmo a anatomia da pessoa.

É mais comum em mulheres devido a uretra feminina possuir apenas 3 centímetros, quanto a do homem possui 6 ou 7 centímetros em média. O acesso das bactérias é mais fácil em mulheres devido ao fato de elas fazerem xixi com menos frequência que os homens. Devido a isso, a uretra da mulher é menos lavada tornando-se mais fácil para as bactérias se movimentarem.

Quando a mulher urina, essa urina lava o canal da uretra e caso dos homens a próstata produz uma substância que acaba servindo de proteção contra infecções. Algumas mulheres possuem o hábito de se limparem no sentido dos anus para a vagina, sendo que o correto seria da vagina para o anus, o que faz com que as bactérias sejam levadas até a região vaginal.

A origem da infecção pode ser uretra, bexiga e rim que faz com que os sintomas e a gravidade do problema sejam diferentes. Na uretra e bexiga os sintomas são o aumento na frequência de urinar, ardência e acaba saindo pouca urina, dando a sensação de entupimento do canal impendido a urina de sair. A infecção no rim acaba sendo um quadro mais grave e os sintomas são febre, dor nas costas, fraqueza, vômito, alterações no hábito intestinal e perda de apetite. Em alguns casos mais graves a pessoa pode entrar em coma e vir a óbito. Em todos os casos a coloração da urina tem alteração, podendo ficar amarelo forte, além de expelir sangue e resíduos.

O tratamento para infecção no trato urinário é feita com antibióticos. Dependendo do grau de infecção é feito um exame de urina para descoberta dos tipos de bactérias presentes na infecção e assim indicado o antibiótico correto. Na maioria das vezes, o paciente chega com muita dor e sofrimento devido aos sintomas e não é feito esse processo. Quando o caso de infecção é reconte o correto é fazer alguns exames para investigar as causas.

Em gestantes a infecção urinária é muito comum e na maioria das vezes não apresenta sintomas, por isso o exame de urina no pré natal é frequente. Sem tratamento a infecção pode evoluir para os rins, comprometendo suas funções e até ocasionar em um parto prematuro ou até um aborto.

Os médicos recomendam que não segure o xixi, tome bastante água e tenha bons hábitos de higiene como prevenção dessas infecções.

 

Qual a relação do bruxismo com o estado mental

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Esse problema afeta aproximadamente 30% da população mundial e somente no Brasil são 40% das pessoas atingidas pelo bruxismo.

Saber o que acontece no nosso corpo quando dormimos é um mistério e devido a isso, as pessoas não sabem que sofrem dessa doença que é noturna. O bruxismo é um hábito involuntário que faz com que a pessoa pressione fortemente a mandíbula ou ranger os dentes. Nigel Carter da Fundação Britânica de Saúde Oral disse: “Vi um homem que conseguiu provocar uma espécie de erosão nos dentes, até a gengiva”.Uma doença comum tanto em crianças como em adultos, a doença afeta 30% da população mundial e 40% da população brasileira, segundo dados da Organização Mundial da Saúde. O motivo mais comum estão entre estresses, tensão e ansiedade. Além de ser um transtorno perigoso o bruxismo pode causar lesões permanente nos dentes. “Ranger os dentes é cerca de 40 vezes mais potente do que mastigar”, explica do dentista.

A maioria das pessoas não sabe que possui a doença. “Quem normalmente descobre mais facilmente são as pessoas que acordam seus maridos ou esposas com o barulho”, conta Carter.

O bruxismo nem sempre gera sintomas, apesar que algumas pessoas relatam dores faciais, nos ouvidos ou na cabeça ao acordar. Outras percebem erosões nos dentes, que normalmente é diagnosticada em visitas ao dentista. Pessoas com a doença costuma ter dentes planos e cantos desgastados.

A doença pode ser também devido a transtornos do sono, tais como apneia e ronco que ajudam a interromper o sono. A causa específica ainda não é clara, mas tem vinculo com estresse e ansiedade que são fatores que podem agravar o problema.

Um recente estudo no Brasil sugeriu que o bruxismo pode se manifestar quando as crianças sofrem algum tipo de perseguição nos anos escolares. Os resultados da pesquisa mostrou que crianças de 13 a 15 anos que sofreram abuso verbal nas escolas têm uma probabilidade maior de sofrer da doença quatro vezes maior, e apareceu em 65% dos estudantes que sofriam bullying. Somente em 17% dos estudantes em outras condições o bruxismo afetava as crianças. A Fundação Britânica de Saúde Oral informou que os pais deveriam ter maior consciência a respeito do problema que afeta também os adultos.

Os tratamentos contam com protetores bucais que ajudam a diminuir a fricção dental. Alguns especialistas sugerem também mudanças no estilo de vida para aliviar o estresse diário “Se seu bruxismo estiver relacionado ao estresse, é importante que você tente relaxar mais e dormir bem”, recomentou o dentista.

O bruxismo pode ser também um efeito colateral de algumas medicações antidepressivas, existem técnicas de reversão dos casos porém não existe alguma maneira de evitar o bruxismo, em todas as ocasiões deve sempre consultar um médico especialista

OMS e CDC nos Estados Unidos, discutem medidas de segurança sobre a gripe aviária na China

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O aumento súbito nos casos de gripe aviária H7N9 na China já virou um “motivo de preocupação”, segundo os últimos anúncios do Centro de Controle e Prevenção de Doenças – CDC. Ao todo, 460 pessoas já foram infectadas desde outubro do ano passado, revelou o CDC em um relatório. “É, de longe, a maior onda de epidemia desde 2013”, disse o Dr. Tim Uyeki, especialista em gripe aviária do CDC.

O CDC vem trabalhando em uma vacina contra o H7N9, caso seja necessário. “É motivo de preocupação, com certeza”, disse Uyeki no relatório. “O aumento do número de casos H7N9 em humanos na China é definitivamente uma preocupação global”.

O CDC emitiu um aviso de viagem em janeiro, advertindo os visitantes chineses que chegarem aos Estados Unidos para ficarem longe das granjas e comércios de aves do país. Uyeki disse que pessoas do mundo todo ainda podem viajar para a China, mas elas devem estar cientes de que as aves do país podem ser infectadas.

Desde 2013, a gripe aviária H7N9 infectou 1.258 pessoas, disse o CDC. Assim, 460 casos em apenas cinco meses representam um terço de todos os casos ao longo de quatro anos. A Organização Mundial da Saúde – OMS, realizou uma reunião sobre o H7N9 e depois emitiu garantias públicas, dizendo que o vírus não parece ter sofrido mutação. O vírus continua tendo o mesmo efeito nos seres humanos. Em vez disso, o vírus se tornou mais perigoso para as aves.

Se um vírus da gripe aviária mata pássaros, é ruim para os avicultores, mas pode dar uma advertência de que o vírus está se espalhando. O problema com o H7N9 é que a doença não faz com que as aves fiquem doentes, portanto a doença pode se espalhar entre as aves sem que as pessoas saibam disso.

Uyeki disse estar preocupado que o H7N9 tenha se tornado mais difundido na China, se espalhando silenciosamente e infectando mais pessoas e mais aves. “Esse aumento de aves infectadas pode fazer com que mais casos de infecção humana surjam, isso porque o risco de transmissão de aves não mudou”, disse ele.

A China publica sequências genéticas do vírus H7N9 em bancos de dados públicos, mas não compartilhou amostras reais do vírus, por isso não é possível que os laboratórios norte-americanos, europeus, entre outros do mundo todo, testem o vírus para ver se houve alguma mutação significativa, em caso afirmativo, o vírus se tornará ainda mais perigoso.

 

Concentração de esperma de homens ocidentais tem diminuído

A concentração de esperma nos homens tem sofrido um acentuado declínio com o passar dos anos. Uma grande revisão de estudos sobre o assunto encontrou uma queda brusca na contagem de esperma, especificamente em homens da América do Norte, Europa, Austrália e Nova Zelândia, e a razão pode estar associada a fatores comuns em nossas vidas diárias.

Cientistas da Universidade Hebraica em Jerusalém e da Icahn School of Medicine em Nova York, analisaram cerca de 185 estudos de 1973 a 2011, incluindo quase 43 mil homens. Os resultados foram impressionantes: os pesquisadores encontraram um declínio de 52% na concentração de esperma e um declínio de 59% na contagem total de esperma.

A reanálise publicada na revista da Universidade de Oxford, Atualização da Reprodução Humana, mostra que o declínio tem se intensificado nos últimos anos, levantando questões sobre o futuro da saúde reprodutiva masculina em homens ocidentais.

“É extremamente preocupante”, disse a Dra. Shanna Swan, autora do estudo e professora de medicina ambiental da Icahn School of Medicine. “Para os casais que tentam conceber, este é um problema muito grave e difícil de um ponto psicológico. No entanto, isso também é um grande problema de saúde pública”.

Mas Swan diz que a queda na contagem de esperma tem sido associada à exposição a certos produtos químicos, que segundo a especialista, o contato inicial pode ter acontecido ainda dentro do útero. “Por exemplo, o tabagismo de uma mãe gravida tem um efeito mais devastador na contagem futura de esperma de seu filho do que um homem fumando quando adulto”, diz Swan.

O mesmo conceito também pode se aplicar a outros produtos químicos conhecidos como “disruptores endócrinos”, substâncias encontradas na água, solo e em alguns alimentos em todo o planeta. A hipótese é de que essas substâncias podem ser guiadas até os fetos masculinos, perturbando hormônios, e aumentando potencialmente o risco de futuros problemas de fertilidade. Estudos estão em andamento para estabelecer uma ligação conclusiva entre esses produtos químicos e a fertilidade.

A causa e o efeito ainda não estão claros, explica Swan. Mas há alguns produtos da vida moderna que são culpados tanto na baixa contagem de esperma quanto no aumento do risco de outras condições de saúde comuns, como, por exemplo: um estilo de vida sedentário, muitas vezes acompanhado por uma dieta pobre.

A Dra. Shanna Swan recomenda quatro coisas simples que os homens podem fazer para terem uma boa saúde de um modo geral, e ainda aumentar a contagem de seus espermatozoides: ter uma dieta saudável, praticar exercício físico, não fumar e ter uma boa noite de sono. “Além disso, essas coisas são fáceis de fazer e não custam dinheiro”, disse Swan

Veja também: Como tratar a infertilidade masculina com plantas medicinais

Dietas de apenas um alimento pode trazer prejuízo à saúde

 

As dietas mais aconselhadas são aquelas que apresentam uma grande variedade na alimentação, existindo nela desde ferro, vitamina C ou ácido linoleico, sem ter que se preocupar com isso.

Algumas dietas que estão na moda, que visam determinados alimentos ou até mesmo que eliminam determinado tipo de comida, na maioria das vezes oferecem uma variedade que apresenta um nível aceitável em termos de nutrição.

Mas se mesmo assim a pessoa que está fazendo a dieta tivesse que se alimentar de apenas um alimento, numa situação provavelmente improvável, qual poderia ser o alimento que seria o mais nutritivo e mais completo?

A carne não seria esse alimento, já que não possui fibra, vitaminas e os nutrientes mais importantes. Também nao estariam a maioria das frutas, legumes e verduras, nessa improvável dieta.

As quantidades de gordura e proteína da carne, não parecem nem de perto nos legumes, verduras e frutas, mesmo se a pessoa comesse uma grande quantidade deles.

Vilhjalmur Stefansson, explorador do Ártico, pesquisou sobre um determinado fenômeno conhecido como “rabbit starvation” que traduzindo significa “inanição do coelho”, que ocorre no norte do Canadá e ocorre quando a pessoa só se alimenta de carne magra, sem gordura, como no caso da carne do coelho. Depois de uma semana, ela irá começar a apresentar dor de cabeça, diarreia, lassidão e um certo desconforto.

Quando as calorias do dia a dia são vindas apenas das proteínas, o fígado fica carregado e ele acaba não conseguindo processar toda essa proteína. Nesse caso, o melhor caminho seria comer apenas batatas.

Jennie Jackson, nutricionista da Glasgow Caledonian University, escreveu sobre o australiano que ficou durante um ano  se alimentando somente de batatas , para conseguir perder peso e passar a ter hábitos alimentares mais corretos.

O diferencial da batata e que ela apesar de ser um amiláceo, ela possui uma quantidade nada comum de proteína e também de aminoácidos. Mas mesmo comendo 3 kg de batatas por dia, não, conseguiria chegar a dois terços da proteína necessária para uma pessoa km o peso de Taylor.

A batata também não possui a quantidade necessária de gordura recomendada, e mesmo Taylor tendo incluído batata-doce na sua dieta, para que tivesse vitaminas A e E, ferro e cálcio, a pesquisadora concluiu que, as vitaminas B, outros minerais e zinco, não estavam fazendo parte dessa dieta. Mas mesmo assim, Taylor parece que passou por esse desafio sem maiores consequências e perdeu bastante peso.

Pessoas que tiveram seus dados epidemiológicos analisados, mostraram que uma variedade de alimentos, como de verduras e legumes colocados na dieta, deixa ela mais saudável o que quando ela apresenta somente um alimento, mas o motivo disso ainda não foi descoberto.

Uma dieta sem a existência de hortaliças, pode significar uma maior probabilidade de a pessoa ter câncer numa determinada época da sua vida.

Jackson ainda declara que não se sabe quais os alimentos que provocam maiores efeitos, mas que a dieta de apenas um alimento pode te poupar estresse e tempo, mas ela pode te deixar doente mais rápido.

 

Especialistas falam sobre os benefícios do feijão e saiba mais sobre a variedade deste rico alimento

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Deixar o feijão de molho de um dia para o outro é uma tradição muito antiga e que agora está cientificamente provado que isso traz muitos benefícios para a saúde. Alexandro Felipe é culinarista e técnico em alimentos, mas cozinha feijão como antigamente: “Tem toda essa questão de deixar o feijão mais suave com relação ao seu sabor, e também ele acaba ficando menos indigesto”, diz Alexandro. Além de reduzir o tempo de cozimento e economizar gás, a pratica tira dos grãos alguns componentes que dificultam a nossa digestão.

“O ideal é que a água cubra por completo os grãos, que eles fiquem em um pote com tampa de um dia para o outro, e que seja em vasilhas de cerâmica ou de vidro. Esse molho deve ser feito por um tempo mínimo de 8 horas”, diz a nutricionista, Klara Rahmann.

Algumas pessoas usam essa mesma água onde o feijão ficou de molho para cozinhar, mas nesta água estão contida as substâncias que foram retiradas no processo de imersão dos grãos, e que são consideradas antinutricionais ou indigestas. Portanto, descarte essa água e use uma água nova para fazer o cozimento.

A recomendação vale para outros tipos de grãos:

“Isso serve também para ervilha, lentilha, grão de bico, até mesmo um próprio arroz integral”, diz Klara. O feijão é um dos alimentos mais consagrados aqui no Brasil e junto com o arroz, faz sucesso a séculos aqui no país, devido a sua simplicidade, sabor e benefícios. Existem de vários tipos: feijão carioquinha, feijão preto, feijão branco, feijão de corda. Tem o feijão rosado, o jalo, fradinho, azuki, verde, vermelho, roxo, bolinha, rajado, macassa, moyashi e o feijão-guandu. Todos eles devem seguir este mesmo processo de imersão para a retirada de impurezas dos grãos.

O feijão é rico em nutrientes essenciais para a saúde humana, como vitaminas, mineiras, proteína, cálcio, ferro em bastante quantidades e fibra alimentar, fundamentais em quantidades diárias. O feijão preto e o feijão fradinho são ricos em ácido fólico, ideal para mulheres que desejam engravidar ou que já estejam nos primeiros meses de gestação.

Ele é um alimento completo, tem o seu consumo bastante recomendado por especialistas de saúde no combate da anemia e da desnutrição infantil. Muito se especula devido a sua origem ser da Mesopotâmia e ter surgido há 7 mil anos a.C.

Aqui no Brasil, o tipo mais abundante e sem dúvidas o mais consumido, é o feijão carioquinha, também muito conhecido como feijão carioca (Phaseolus Vulgares). O feijão preto também vem logo em seguida apreciado em muitas regiões do país e ideal para se fazer feijoada. Existem outros tipos bem consumidos em regiões específicas do país, como o macassa (Vigna unguiculata) que é muito consumido em regiões rurais do Nordeste brasileiro.

 

Dois estudos recentes apontam que consumir café aumenta longevidade

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Apesar de que seja a ingestão do café, para alguns, inimiga da saúde, ao menos segundo dois estudos publicados no dia 10 de julho deste ano, a bebida, consumida em todo o mundo (são, em média, 2,25 bilhões de xícaras todos os dias), pelo contrário, é capaz até de prolongar a vida de quem a consome. No caso, seus consumidores frequentes teriam menos risco de morrer, principalmente em decorrência de doenças circulatórias e gastrointestinais.

Entre os dois estudos citados, há uma pesquisa conduzida pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer e o Imperial College de Londres. Essa pesquisa afirma, em seus resultados, afirma terem sido observados benefícios à saúde humana proporcionados pelo consumo da bebida em questão. Isso, vale pontuar, em dez países europeus, cada um com hábitos de consumo da bebida que se diferiam um do outro, indo-se do café com leite, mais consumido no Reino Unido, ao expresso, mais consumido pelos italianos.

Assim, após 16 anos de análises desses dados, que foram sendo coletados pela Pesquisa Europeia Prospectiva sobre Câncer e Nutrição (Epic, na sigla em inglês), com mais de 500 mil pessoas acima dos 35 anos de idade, habitantes dos dez países europeus, é que os pesquisadores chegaram às conclusões já citadas.

Já em relação à segunda pesquisa, a conclusão que tiveram os pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia (USC), foi que os consumidores diários de uma xícara de café são 12% menos propensos a morrer, em relação aos que não realizam esse consumo. No caso, as mortes seriam ocasionados por vários vales, como os acidentes vasculares cerebrais, cânceres, diabetes e também doenças cardíacas, respiratórias ou de fígado.

E parece ser esse estudo bastante respeitável, dado o fato de que incluiu participantes diversificados, pertencentes a quatro grupos étnicos diferentes: brancos, latinos, afro-americanos e japoneses-americanos. Também tinham, entre eles, diferentes estilos de vida. E, mesmo com tantas diferenças, o resultado foi o mesmo em todos os quatro grupos, ou seja, de que o café traz benefícios à saúde de qualquer pessoa.

Além dessa conclusão relacionada ao consumo de apenas uma xícara de café por dia, o estudo ainda sugere um maior número de benefícios para aqueles que bebem, diariamente, de duas a três xícaras de café, proporcionando assim, quanto ao risco de morte, uma redução significativa de 18%.

Por fim, é importantíssimo pontuar que, para esses dois estudos, ambos publicados na revista científica Annals of Internal Medicine, tanto o consumo do café normal quanto o consumo do café descafeinado serão benéficos à sua saúde.

 

Quem dorme mal tem mais risco de desenvolver Alzheimer

Uma nova pesquisa feita por pesquisadores da Universidade Washington e da Universidade Stanford, localizadas nos Estados Unidos, revelou que dormir mal eleva o risco de desenvolver Alzheimer. Os pesquisadores descobriram que pessoas que estão na meia-idade e dormem superficialmente ou tem poucas horas de sono, eleva o risco de desenvolver a doença quanto atingir a velhice.

O time internacional de pesquisadores, avaliou cerca de 22 pessoas com vida e rotina saudável entre os 35 e 65 anos de idade. Na primeira etapa do estudo, os cientistas observaram os voluntários durante duas semanas e fizeram medições no pulso dos voluntários através de um dispositivo para registras as horas sem dormir.

Feito isso, os voluntários ainda dormiram por duas noites no laboratório médico em quartos especialmente planejados para que eles pudessem ter uma boa noite de sono. Nessa etapa, os pesquisadores usaram fones de ouvido e alguns eletrodos para detectar o sono dos voluntários. Os eletrodos foram colocados em determinados pontos para monitorar toda a atividade cerebral dos voluntários enquanto dormiam.

Feito isso os pesquisadores iniciaram uma outra etapa de observações. Metade dos voluntários da pesquisa, foram induzidos a ficarem apenas no primeiro nível do sono, considerado superficial, durante a primeira noite. Na segunda noite, houve um revezamento dos grupos. Para que os participantes dormissem apenas superficialmente, os cientistas monitoraram o sono dos participantes e emitiram sons através dos fones de ouvido quando os participantes atingiam um nível mais profundo do sono. Mesmo que os ruídos não acordassem os participantes, eram o suficiente para ocasionar uma noite mal dormida.

A primeira reclamação dos voluntários foi o extremo cansaço. Já a revelação dos cientistas veio através de diversos exames, um deles foi a partir de amostras do líquido contido na medula espinhal de cada participante. O resultado revelou que as amostras continham quantidades muito maiores de beta-amiloide, a principal substância que indica o surgimento do Alzheimer. Em comparação, os participantes que dormiram a noite inteira em um sono completo, tinham 10% de diferença em relação aos outros participantes. Tudo isso foi observado em apenas um dia de noite mal dormida, imagina quem sofre de insônia?

Os cientistas ainda observaram uma outa alteração nos exames dos participantes que não dormiram bem. Eles apresentaram uma elevada quantidade de outra proteína no corpo que é considerada uma vilã dos neurônios, a tau. Sendo assim a conclusão foi de que os pacientes que apresentam esse problema crônico de noite mal dormida, possuem maior risco de desenvolver a doença.

A teoria em torno de todo o estudo, é de que o sono funciona como uma limpeza para o cérebro. Ele é capaz de limpar todas as substâncias nocivas que foram acumuladas ao longo do dia no cérebro. No caso de quem dorme pouco ou mal, essas substâncias permanecem, podendo ocasionar uma série de problemas.