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Consumo de drogas será assistido em Portugal

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Em Portugal o uso de drogas não é crime, sendo separado o consumo do tráfico. O País atualmente apresenta os melhores resultados entre os outros que aderiram ao modelo e que não teve um aumentasse do consumo no país. Também não tornou o país um lugar de pessoas toxicodependentes.

Sendo o pioneiro do assunto o médico e diretor do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências João Goulão, recebeu um pedido de instalação de uma sala para consumo assistido em Portugal. Quando o consumo de drogas deixou de ser crime e passou a ser problema da saúde publica houve uma redução significativa de infecção por HIV.

Em 2015 esse número passou a ser 19%, sendo que antes em 2001 esse grupo representava 41% dos infectados. Os usuários de heroínas injetáveis que era cerca de 100 mil atualmente não passa de 40 mil. O resultado positivo veio após os usuários de drogas ilícitas deixarem de ser perseguidos como criminosos e tratados como doentes.

Essa mudança transformou Portugal em um país exemplo de boas praticas. Ao contrário dos outros países onde a difusão de drogas ocorre entre a população mais carente, apesar dela ser consumida em todas as classes sociais. Devido o consumo abranger de forma transversal ao país, Portugal formou um ambiente aceito pela abordagem progressiva, levando a descriminalização das drogas.

Essa descriminalização foi de grande importância e um início para enfrentar o problema fazendo com que Portugal avance ainda mais e apostando na redução e diminuição dos riscos. Esses espaços ainda não foram implantados mais já foram aprovados desde 2001, pois desde a descriminalização o consumo de drogas injetáveis diminuiu.

Mas devido a crise econômica do país, os programas foram afetados e a integração de dependentes químicos no mercado de trabalho diminuiu e isso já justifica a implantação das primeiras salas no país, afirma Goulão.

Essas salas possuem profissionais treinados para interferir no consumo em caso de overdose. Os usuários também são orientados a ajudar os que estão em situação de risco de morte recebendo um kit com naloxona pronta para injetar. O objetivo dessas salas foi à redução da contaminação de doenças e de mortes pela overdose.

Portugal irá implantar modelos diferentes dessas salas, chegando até em uma unidade móvel de consumo assistido. Nestes espaços os usuários recebem também aconselhamento social e psicológico, substituição de drogas e troca de seringas para evitar a contaminação de outras doenças. Também podem receber roupas e comida e ainda dispor de um tratamento de desintoxicação para quem quiser se limpar de vez do vicio.

Na Alemanha são vetados todos os que estão em tratamento com opiácenos de substituição e isso já deixa de fora 70 mil pessoas. Não são permitidos consumidores ocasionais, pessoas embriagadas e intoxicadas.

Veja também: ANVISA irá regulamentar plantio medicinal da maconha

Concluída a etapa Nordeste do Desafio de Inovação Turismo Inteligente – Duas Startups foram selecionadas, veja com Flavio Maluf

 

“O Que Tem de Bom Consultoria e Marketing” e a “Paytour” foram as duas Startups finalistas da etapa Nordeste da competição “Desafio de Inovação Turismo Inteligente”, que aconteceu no Recife, capital Pernambucana, no dia 31 de maio. Elas foram selecionadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pela Associação Brasileira de Operadores Turísticos (Braztoa). Quem traz mais informações sobre o acontecimento é o presidente das empresas Eucatex, o empresário e executivo Flavio Maluf.

A Startup O Que Tem de Bom Consultoria e Marketing é estabelecida na capital do Estado de Pernambuco. Já a Paytour é de Natal (RN), capital do estado do Rio Grande do Norte.

O foco do Desafio de Inovação Turismo Inteligente é estimular ideias criativas e a geração de novos modelos de negócios para a cadeia do turismo. “É uma competição voltada para o desenvolvimento do setor e integração com o mercado, em busca de soluções para aumentar a competitividade”, explica a diretora técnica do Sebrae, Heloisa Menezes.

Flavio Maluf reporta que, segundo a comissão julgadora do evento – composta, nesta etapa, por Marcos Teixeira (ABAV/PE), Péricles Negromonte (Sebrae/PE), Daniel Marques (SETUR MG) e Abel Ferreira (Flot Viagens) – as duas empresas escolhidas apresentaram soluções inteligentes para a área de negócios de turismo, com possibilidade de serem reproduzidas.

A disputa de Recife teve a mentoria em empreendedorismo, turismo e consumo de viagens tanto de equipes do Sebrae quanto da Braztoa, ressalta o presidente das empresas Eucatex Flavio Maluf – a ideia era buscar o alinhamento de todos os envolvidos aos objetivos do desafio.

Próximas etapas

A próxima fase do Desafio está programada para o dia 27 de julho e será realizada na região Sul, em Curitiba, capital paranaense. Flavio Maluf lembra, no entanto, que quem quer participar desta etapa precisa fazer a inscrição até o dia 12 de julho, pelo site da Braztoa – www.braztoa.com.br/desafio.

Em seguida, no dia 08 de agosto, a eliminatória será das regiões Norte e Centro-Oeste, em Rio Quente, município do estado de Goias. E, por último, no dia 22 de agosto, será a etapa de seleção no Sudeste, em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais.

Em cada uma das seletiva, a banca julgadora em questão escolhe dois projetos regionais. Os finalistas da competição serão convidados a participar de 45ª Abav Expo & 48º Encontro Comercial Braztoa, que acontecem de 27 a 29 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. As duas Startups vencedoras, com as melhores soluções no setor do Turismo, serão premiadas com viagens e outros benefícios, acentua o empresário Flavio Maluf.

O Sebrae – que lançou o Desafio de Inovação Turismo Inteligente no dia 4 de abril deste ano – ainda informa que, “além de projetos em operação, também há espaço para inscrição de ideias inovadoras, que passarão por um processo seletivo on-line. Os inscritos em ambas as categorias poderão escolher entre dois temas: Agenciamento de Viagens e Turismo – Como renovar o papel dos operadores de turismo e das agências de viagens na cadeia do turismo?; e Inteligência adaptada aos destinos brasileiros – como tornar os destinos turísticos brasileiros inteligentes?”.

 

Fonte

 

 

 

Após tratamento de leucemia pacientes com autismo apresentam melhoras

Após um transplante de medula óssea, para tratar uma leucemia, duas crianças autistas apresentaram melhora significativa nos sintomas do autismo após um ano do transplante. Embora esses casos ainda sejam considerados isolados, a linha de pesquisa aponta que portadores do autismo têm caráter autoimune sendo tratados através de transplante celular

Uma doença desafiadora para a medicina, o autismo afeta cerca de um a cada 68 nascidos sendo a maioria meninos. Até hoje nenhum estudo soube explicar porque o transtorno acontece, e a única coisa que se sabe sobre essa doença é que causa uma desordem multifatorial, que pode ter uma herança genética. Não existe exame concreto para diagnosticar o autismo, o diagnostico é baseado na alteração comportamental do paciente.

O Hospital Sírio-Libanês em São Paulo mostra que seus pacientes apresentaram melhora e a equipe de oncohematologia do Hospital junto ao médico Vanderson Rocha que também é diretor cientifico da rede Européia de Banco de Sangue e Cordão (Eurocorp) está preparando um artigo científico para divulgação da descoberta. Diante desses resultados, Rocha está levantando dados por toda a Europa para descobrir se há mais casos como esses de crianças autistas transplantadas e seus resultados.

Em 2015 foram dois pacientes transplantados Lucas Alexandre Freitas Pinheiro, atualmente com 7 anos, e Sofia Toniato Venturini, com 11. Sofia possuía 39 pontos na escala de autismo que significa que ela possuía sintomas severos da doença e após a cirurgia aprestava apenas 30 pontos. No caso de Lucas que possuía 30 pontos que significa sintomas moderados após o transplante, essa pontuação caiu para 24 pontos que indicam sintomas mínimos após a cirurgia. Ambos eram pacientes de transplante de medula óssea com doadores não identificados.

Essa descoberta ainda está em estudo e a avaliação de resultados ainda estão em comprovação. “É claro que não vou sair fazendo transplante de medula em todos os autistas. Mas esse resultado abre um leque de hipóteses que precisam ser mais bem investigadas, entre elas a de que o autismo pode ter um caráter imunológico e teria algum benefício com o transplante de medula óssea”, disse Rocha.

A Neuropediatria diz que o autismo é uma desorganização do sistema autoimune e por isso seria tratado com terapia celular. Os resultados ainda são pouco considerados devido ao fato de eles serem poucos e os casos isolados. Existem poucos casos de transplantes em pacientes autistas e um estudo recentemente realizado na Universidade Duke nos Estados Unidos, revela que está avaliando a segurança do transplante de sangue do cordão umbilical em 25 pacientes autistas que possuíam sangue umbilical congelado. O procedimento foi feito e a conclusão foi que o transplante foi bem aceito e trouxe melhoras significativas no comportamento das crianças diminuindo a escala clinica do autismo. A pesquisa avança para um estudo controlado.

Veja também, APAE realiza atividade de interação para autistas

 

Pílula para o HIV?

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Após décadas de sofrimento diante de uma doença que traz consigo, além dos sintomas próprios, uma carga de um preconceito sem sentido, cruel e ignorante, que toma parte da dignidade e auto-imagem de quem porventura a adquiriu, surge uma esperança para aqueles que se encontram diante do grupo de risco determinado pela Organização Mundial de Saúde.

Recentemente o Ministério da Saúde comunicou que pretende ajudar as pessoas como profissionais do sexo e trans, através de uma PrEP( Profilaxia Pré-Exposição), uma estratégia que requer uso diário de antiretrovirais no intuito de prevenir a aquisição de HIV por pessoas não infectadas.

Em 2013 a Fiocruz e a Faculdade de Medicina da USP,já vinham estudando a possibilidade de adotar este tipo de prevenção no Brasil. Já em 2014 a OMS recomendou o uso da PrEP para prevenção da propagação da AIDS entre homens, calculando a redução entre 20% e 25% ( mais ou menos 1 milhão de novos casos em um período de dez anos) de acordo com suas estimativas.

COMO FUNCIONA O MEDICAMENTO

O medicamento usado será o TRUVADA(tenofovir e emtricitabina) e deve também estar disponível no Sistema Único de Saúde(SUS) muito em breve. Ele evita que as células do corpo sejam afetadas através de uma transcrição de material genético. A medida preventiva é uma das primeiras no mundo e América Latina.

EFEITO COLATERAL?

De acordo com estudiosos, em alguns casos raros, pode ser que haja enjoos e talvez uma alteração na calcificação dos ossos ou problemas renais, sendo portanto, sugerido uma visita médica a cada seis meses para acompanhar o paciente.

COMO RECEBER

O medicamento, no entanto, será entregue após uma breve avaliação do grau de exposição que se encontra o paciente e este ainda será orientado a continuar adotando as medidas preventivas usuais referentes a qualquer doença sexualmente transmissível. A expectativa é que sete mil pessoas recebam o medicamento.Belo Horizonte,Brasília,Curitiba,Fortaleza,Florianópolis,Manaus,Porto Alegre,São Paulo, Recife,Ribeirão Preto,Rio de Janeiro e Salvador devem ser as primeiras cidades a receberem,tendo em vista que esses municípios já participaram de projetos piloto referente ao uso da pílula.

ÚLTIMA DICA

Apesar dos medicamentos oferecidos pelo governo, vale ressaltar que estes não previnem contra sífilis ou gonorreia e, portanto, os métodos de prevenção mais comuns como o uso do preservativo, por exemplo, ainda são a melhor forma de se guardar.

 

 

 

 

 

A ferramenta e-governe acena com tecnologia de ponta para a gestão pública

A demanda por ferramentas de trabalho ancoradas no emprego de modernas tecnologias de informação e de comunicações cresce continuamente, como reflexo das mudanças pelas quais passa a sociedade.

Na origem disso está a disseminação de diversas inovações, dentre as quais destacam-se as seguintes: recursos computacionais mais amigáveis; avanços na área de engenharia de software; e circuitos integrados mais potentes. Nesse cenário, como corolário, as funcionalidades na área de telecomunicações elevaram-se a patamares inimagináveis até algum tempo atrás.

A nova realidade tem exigido modificações em diversos setores da prestação de serviços, especialmente no que concerne àqueles oferecidos pelo Poder Público.

Atentas a essas necessidades, as empresas Minauro, Consult e Sisteplan se uniram e desenvolveram uma solução capaz de oferecer a estados e municípios a possibilidade de integração dos órgãos e entidades de sua estrutura por meio de uma plataforma digital construída com tecnologia de última geração.

Trata-se do e-governe, uma solução formatada para garantir segurança e sigilo absolutos tanto em relação aos dados armazenados quanto no tocante à navegação na Web.

A resposta que o e-governe oferece às necessidades da Gestão Pública é o resultado de uma combinação entre tecnologia de ponta e interface simplificada, conseguida por meio de um design fortemente intuitivo.

Além de permitir a utilização de todas as funcionalidades da ferramenta, o pacote de aquisição do e-governe inclui o acesso a equipes de suporte técnico e operacional qualificadas e adequadamente treinadas para dar respostas simples e rápidas aos usuários.

Quanto aos módulos disponíveis, o e-governe é diversificado e, de fato, alcança todas as necessidades das esferas públicas estadual e municipal.

No tocante à saúde, por exemplo, o sistema compreende dois grupos: um voltado à atenção básica e outro orientado para a atenção especializada.

Em relação à Educação, o foco está sobre a unificação e a centralização de todos os processos. A intenção é permitir que as unidades escolares e a Secretaria de Educação compartilhem informações sobre alunos, professores e servidores administrativos, bem como sobre critérios de avaliação e sobre a infraestrutura física das escolas.

Ao tratar da área de tributação, o desafio é tornar o processo arrecadatório mais efetivo, ágil e tempestivo para cobrar o que é devido, com imediata atualização de bases de cálculo e de alíquotas, sempre que forem alteradas.

Fiel à máxima de que o capital humano é o mais importante em qualquer organização, o módulo de gestão de pessoas é continuamente atualizado com as mais recentes tendências.

Também fazem parte de escopo da ferramenta os setores de finanças, de gestão de compras, de material e de acompanhamento de contratos e convênios. A eles se somam as divisões de obras de pequeno e de grande porte, os cuidados com a gestão de frotas de veículos e o acompanhamento completo de tudo o que se refere a bens móveis e imóveis.

Além disso, sempre tendo em mente que a grande meta a ser alcançada é a de entregar aos cidadãos serviços de excelência, o e-governe recebeu também os módulos de atendimento, de protocolo e de indicadores.

 

Após tratamento de leucemia pacientes com autismo apresentam melhoras

Após um transplante de medula óssea, para tratar uma leucemia, duas crianças autistas apresentaram melhora significativa nos sintomas do autismo após um ano do transplante. Embora esses casos ainda sejam considerados isolados, a linha de pesquisa aponta que portadores do autismo têm caráter autoimune sendo tratados através de transplante celular

 

Uma doença desafiadora para a medicina, o autismo afeta cerca de um a cada 68 nascidos sendo a maioria meninos. Até hoje nenhum estudo soube explicar porque o transtorno acontece, e a única coisa que se sabe sobre essa doença é que causa uma desordem multifatorial, que pode ter uma herança genética. Não existe exame concreto para diagnosticar o autismo, o diagnostico é baseado na alteração comportamental do paciente.

O Hospital Sírio-Libanês em São Paulo mostra que seus pacientes apresentaram melhora e a equipe de oncohematologia do Hospital junto ao médico Vanderson Rocha que também é diretor cientifico da rede Européia de Banco de Sangue e Cordão (Eurocorp) está preparando um artigo científico para divulgação da descoberta. Diante desses resultados, Rocha está levantando dados por toda a Europa para descobrir se há mais casos como esses de crianças autistas transplantadas e seus resultados.

Em 2015 foram dois pacientes transplantados Lucas Alexandre Freitas Pinheiro, atualmente com 7 anos, e Sofia Toniato Venturini, com 11. Sofia possuía 39 pontos na escala de autismo que significa que ela possuía sintomas severos da doença e após a cirurgia aprestava apenas 30 pontos. No caso de Lucas que possuía 30 pontos que significa sintomas moderados após o transplante, essa pontuação caiu para 24 pontos que indicam sintomas mínimos após a cirurgia. Ambos eram pacientes de transplante de medula óssea com doadores não identificados.

Essa descoberta ainda está em estudo e a avaliação de resultados ainda estão em comprovação. “É claro que não vou sair fazendo transplante de medula em todos os autistas. Mas esse resultado abre um leque de hipóteses que precisam ser mais bem investigadas, entre elas a de que o autismo pode ter um caráter imunológico e teria algum benefício com o transplante de medula óssea”, disse Rocha.

A Neuropediatria diz que o autismo é uma desorganização do sistema autoimune e por isso seria tratado com terapia celular. Os resultados ainda são pouco considerados devido ao fato de eles serem poucos e os casos isolados. Existem poucos casos de transplantes em pacientes autistas e um estudo recentemente realizado na Universidade Duke nos Estados Unidos, revela que está avaliando a segurança do transplante de sangue do cordão umbilical em 25 pacientes autistas que possuíam sangue umbilical congelado. O procedimento foi feito e a conclusão foi que o transplante foi bem aceito e trouxe melhoras significativas no comportamento das crianças diminuindo a escala clinica do autismo. A pesquisa avança para um estudo controlado.

Veja também, APAE realiza atividade de interação para autistas

 

Cidadã americana fala sobre a violência da mutilação genital feminina

Rahel Musa Aron tinha apenas 7 dias de vida quando os anciãos de sua comunidade na nação Africano da Eritreia realizou um ritual de séculos de idade em seu corpo minúsculo, cortando seu clitóris e enterrando-o. Quase seis décadas depois, a líder da igreja cristã e mãe de três filhas senta-se em casa nesta cidade do Meio-Oeste e se pergunta: O que a pequena camada de pele significaria para sua vida? O parto de suas filhas teriam sido diferente? Será que ela estava perdendo um nível mais profundo de intimidade com seu marido de 40 anos?

“Tenho certeza de que isso afetou meu sentimento”, disse Aron, de 58 anos, à CNN. “Se não tivesse sido cortado, talvez eu tivesse apreciado mais os momentos que gostei, é uma área muito sensível, então se isso é cortado, imagine – imagine o que eu sinto falta.”

Muitas vezes discutida em sussurros, a questão da mutilação genital feminina chegou as manchetes no mês de abril quando, pela primeira vez, os promotores norte-americanos usaram uma lei de décadas que proíbe a prática, para punir dois médicos de Detroit e um gerente médico por estarem envolvidos em um caso de mutilação genital de duas meninas de 7 anos de idade. Agora, várias mulheres nos Estados Unidos que sofreram o procedimento quando eram jovens estão compartilhando suas histórias – todas com elementos que espelham o caso de Michigan – na esperança de acabar com isso para sempre.

Quando suas próprias filhas nasceram, Aron decidiu que o costume suportado por sua mãe e sua avó iria morrer com ela. “O que eu acredito é que, se o clitóris não fosse necessário, Deus não o colocaria lá”, disse Aron. “Se não fosse importante, não teria estado lá, faz parte do nosso corpo, está lá por uma razão”.

As cicatrizes de Aron não são tão severas como aquelas suportadas por muitas das 200 milhões de mulheres e meninas ao redor do globo – quase um quarto delas com menos de 15 anos – que foram submetidas à prática, chamada de MGF ou mutilação genital feminina.

O procedimento, no qual os órgãos genitais são alterados ou feridos por razões não médicas para suprimir a sexualidade, há muito tempo foi considerado uma violação dos direitos humanos. É praticado em todos os níveis educacionais e classes sociais e entre as pessoas de muitas religiões, incluindo muçulmanos e cristãos, embora nenhum texto religioso faça menção a prática.

Embora muitas vezes ela seja realizada como um costume de limpeza, os especialistas concordam que não tem nenhum benefício médico – e traz uma série de riscos para a saúde, desde problemas no parto e complicações menstruais até infecções graves, estresse pós-traumático e a morte.

Ainda assim, a prática persiste, principalmente em nações africanas e do Oriente Médio. Nos Estados Unidos, o número estimado de meninas e mulheres que sofreram ou estão em risco triplicou desde 1990 para mais de 500.000. O aumento reflete o rápido crescimento da imigração de países onde a MGF é comum.

 

Empresa de ensino de idioma online passa a investir no segmento empresarial – reporta Marcio Alaor, do BMG

A Babbel, sistema de aprendizado online de idiomas, disponibilizará um novo segmento de assinatura focado em clientes corporativos. A iniciativa é direcionada às empresas que desejam ofertar o ensino de uma nova língua a seus funcionários em forma benefício ou treinamento. De acordo com Christian Hillemeyer, diretor de comunicação da companhia alemã, a empresa já havia percebido o surgimento de uma demanda corporativa, contudo, o foco era concentrado apenas no consumidor final, reporta o executivo do Grupo BMG, Marcio Alaor.

Segundo avaliação da própria Babbel, o mercado para usuários finais ainda evidencia potencial de crescimento, porém, existe espaço para inserção no segmento empresarial. Conforme Hillemeyer, “Ao longo do tempo, nós temos feito bastante conteúdo profissional, como de inglês de negócios, que inclui tópicos como negociações, apresentações, viagens a trabalho”, explica.

Será oferecido às empresas a possibilidade de adquirir os cursos por um período de tempo pré-determinado, sem renovação de contrato automática ao fim do período. Segundo noticia Marcio Alaor, do Grupo BMG, a medida visa auxiliar o planejamento financeiro dos contratantes. Dependendo da quantidade adquirida, a Babbel também possibilitará descontos progressivos.

A empresa alemã justifica que a equipe de especialistas em linguagem que atua nos cursos traz o aprendizado para um tom mais próximo à realidade – e este fato justifica o valor das assinaturas nas versões convencionais e corporativas. Ainda conforme explica Hillemeyer, “Não acho que as empresas pagariam por um treinamento em que os funcionários aprendam frases como ‘o pinguim bebe leite’”, informa o executivo do Grupo BMG, Marcio Alaor.

Sem algoritmos

Existe uma crítica – ainda que velada – a outros aplicativos de ensino que fundamentam o sistema de aprendizado em escolhas de tópicos baseadas em algoritmos. O exemplo mais notável é o do Duolingo. A empresa norte-americana oferece cursos gratuitos, mas não segue um método definido – as aulas são preparadas de acordo com a necessidade e desempenho dos alunos. O Duolingo possui maior número de usuários tanto no Android como no iPhone.

Para Gina Gotthilf, diretora de crescimento do Duolingo, o modelo de curso com escolhas de tópicos por algoritmos é vantajoso pois oportuniza o atendimento de necessidades exclusivas de cada aluno, noticia o Marcio Alaor, do Grupo BMG. Segundo Gina, “Pode ser que você tenha dificuldade com verbos, enquanto eu teria mais problema com algumas expressões”, explica. A diretora ainda explica que o Duolingo dispõe de uma equipe de linguistas que monitora e efetua testes com grupos de usuários constantemente, sempre em busca de aumentar a eficácia da plataforma. De acordo com ela, “Existe um estudo da Universidade da Cidade de Nova York que aponta que 34 horas de estudo no Duolingo equivalem a um semestre de aula de idiomas em uma faculdade”, finaliza.

Segundo o próprio Duolingo, o objetivo da empresa é promover a democratização do acesso ao aprendizado de idiomas, pois um curso de línguas ainda é bastante caro em diversos países – além de proporcionar a melhoria das ferramentas de e-learning -, reporta o executivo do BMG, Marcio Alaor.

 

 

O número de adolescentes enviados para salas de emergência mais do que quadruplicou após a maconha ter sido legalizada no Colorado – principalmente para os sintomas de saúde mental, assim relataram os pesquisadores no começo de maio. Eles descobriram que 639 adolescentes que foram para um sistema hospitalar no Colorado em 2015 tinham cannabis na urina ou disseram a um médico que eles estavam usando maconha. Isso é acima dos 146 em 2005, antes do uso da maconha ser legalizado no Colorado. “O efeito a nível estadual da legalização da maconha no uso de adolescentes só começou a ser avaliado”, disse o Dr. George Sam Wang, da Universidade do Colorado, que liderou o estudo. Wang disse que as pessoas acreditam que a maconha é segura – mas não é. “A percepção de risco caiu um pouco”, disse Wang à NBC News. “Nós sabemos que o uso de maconha em uma idade jovem pode afetar cérebros adolescentes.” O Colorado, localizado nos EUA, legalizou o consumo de maconha medicinal em 2010 e fez o uso recreativo da maconha legal em 2014. Outros estudos têm mostrado que as visitas a urgências envolvendo o uso de maconha aumentaram após essas datas, especialmente entre crianças e turistas que visitam o Colorado. A cannabis é legal para uso médico em 28 estados americanos, e oito estados americanos têm a legalização para o uso recreativo de maconha e produtos derivados de maconha. Wang e seus colegas examinaram o departamento de emergência do hospital universitário e os registros de cuidados urgentes entre 2005 e 2015 para o estudo, apresentados a uma reunião das Sociedades Acadêmicas Pediátricas em São Francisco. Eles encontraram 3.443 hospitalizações de pacientes com idade entre 13 e 21 anos em centros de atendimento de urgência durante esse tempo. Dois terços envolveram sintomas psiquiátricos, disse Wang. Mais da metade também tinha evidências de outras drogas em seus sistemas, incluindo álcool, anfetaminas e cocaína. Uma pesquisa federal publicada no final do ano passado descobriu que 6% dos estudantes do ensino médio estão usando maconha diariamente. Wang disse que é importante descobrir o quão prejudicial é para eles. Wang também estudou os efeitos da legalização em crianças mais jovens, que são mais propensas a usarem maconha. Em 2016, Wang descobriu que a taxa média de hospitalizações relacionadas à maconha no hospital infantil dobrou após a legalização. As crianças receberam a droga de pais, avós, vizinhos, amigos, babás ou outros parentes. Na maioria das vezes, as crianças comiam comida contendo maconha. Seus sintomas incluíram sonolência, tonturas, vômitos, agitação, taxas de coração perigosas e convulsões. Além do aumento de hospitalizações por causa do uso da maconha, outros estudos sugerem que usar maconha e álcool em conjunto prejudica mais a condução do que qualquer substância sozinha e que o consumo de álcool pode aumentar a absorção de THC, o químico psicoativo encontrado na maconha. Sendo assim, o consumo da maconha pode prejudicar qualquer pessoa, até mesmo quem nem consome e pode acabar sendo atingido por um carro desgovernado por causa de um motorista sob os efeitos da droga.

Se a cura para a AIDS ainda não está à nossa mão, ao menos o autoteste para a detecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (ou apenas ‘HIV’), em breve, estará em qualquer farmácia. É que, em meados de maio deste mesmo ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, mais conhecida por ‘Anvisa’, enfim registrou o primeiro autoteste para a detecção desse vírus a ser comercializado em farmácia, assemelhando-se a outros testes já considerados comuns.

Nomeado comercialmente de ‘Action’, e sendo fabricado pela empresa Orangelife Comércio e Indústria, o produto promete lhe dar o resultado de ser ou não soropositivo num intervalo de tempo de até 20 minutos contados. Todavia, o valor desse teste ainda não foi especificado pelo fabricante.

Mais detalhes sobre o produto que será vendido nas farmácias

Apesar de ser anunciada essa venda apenas durante o ano de 2017, a ideia desse autoteste do vírus da aids ser registrado e então comercializado em farmácias já estava em discussão desde o ano de 2015. Afinal de contas, foi nessa época, vale lembrar, que a Anvisa regulou o registro desse tipo de produto, ou seja, produtos para diagnóstico in vitro do HIV.

O funcionamento deste se assemelhará com o dos aparelhos usados por diabéticos para a aferição de glicose. Mais especificamente, o autoteste, ao todo, será constituído por além de um líquido reagente, também uma lanceta específica, que servirá para a perfuração do dedo, sem contar um sachê de álcool e um capilar, que, pra quem não sabe, trata-se de um tubinho para coletar o sangue.

Usando desses, a pessoa colhe então o seu próprio sangue de uma pequena ferida feita no dedo. Passado um tempo, o resultado aparecerá no formato de linhas. Essas linhas indicarão se foi encontrada ou não a presença do HIV no sangue. Estando presente, isso comprova, obviamente, que se teve exposição a ele, sendo então provável a aids em seguida.

Advertência sobre o resultado do autoteste

Ainda que tenha um eficácia quase perfeita, considerada de “99,9% de sensibilidade e efetividade”, ao fazê-lo, só será indicada a presença do vírus se o sangue tiver sido coletado após 30 dias desde a exposição ao mesmo. E ainda que o resultado dê negativo, deve-se ainda repeti-lo depois de 30 dias, para assim assegurar o resultado.

Essa questão dos 30 dias se explica devido a ser esse o tempo que organismo leva para produzir anticorpos em níveis suficientes para que esse autoteste os consiga detectar. Vale lembrar ainda, sobre a exposição ao HIV, que quando se fala em “tempo desde a exposição”, isso quer dizer desde de que a pessoa teve a relação sexual sem proteção, onde possivelmente o parceiro possuía o vírus, ou então quando houve o compartilhamento de agulhas.

 

Inteligência artificial: protótipo de sensor de odores está a um passo de diagnosticar o câncer

Não é segredo para ninguém a competição que existe entre pesquisadores acadêmicos em torno de melhorias em prol da saúde. Uma competitividade assertiva, claro!

Cientistas na Áustria, Estados Unidos, Suíça e Japão estão percorrendo a trilha laboriosa em busca de diagnósticos eficazes contra uma doença que há muito vem deixando marcas indeléveis na sociedade: o câncer. Na maioria dos casos, o diagnóstico na fase inicial da doença pode ser a chave mestra para o êxito no tratamento. Estudos apontam que, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais chances de sobrevivência o paciente tem.

Segundo pesquisas recentes, o estado de saúde de um paciente pode ser descoberto através do odor. Não é de hoje que o cheiro do paciente é utilizado como detector de doenças, culturas milenares como a China e a Grécia utilizavam-se desse método para qualificar determinados tipos de enfermidades. Tudo porque, cada ser humano carrega em si um aroma característico personalizado, uma mistura exclusiva composta por partículas orgânicas que nos diferem uns dos outros.

Baseado nos dados acima, especialistas passaram a examinar de perto o cheiro característico de pacientes com determinadas doenças. Por exemplo, o odor da pele de pessoas acometidas de febre tifoide, lembra o aroma de pão que acabou de sair do forno. Outras doenças também deixam no paciente um cheiro singular, exemplo disso é o aroma de maçã deteriorada que exala da boca de pessoas com diabetes.

É óbvio que as narinas de um médico não podem ser utilizadas como sensores de doenças, mas uma máquina com inteligência artificial pode ser a peça do quebra-cabeças que faltava. A empresa inglesa Owlstone foi pioneira em testes com sensores próprios para a constatação de doenças como o câncer. Em 2014, a esposa do presidente da Owlstone, Kate Gross entrou em óbito devido a um câncer no cólon, o que estimulou o empresário a voltar a atenção para a detecção precoce da doença.

A companhia investiu 23 milhões e 500 mil dólares em um software do tamanho de um chip de celular, capaz de detectar o câncer de pulmão por exemplo. Os testes já foram colocados à disposição de médicos para experiências em pacientes do Reino Unido. Através de pequenas partículas de amostras de odor, o chip separa e define quais substancias químicas são relevantes para a detecção da doença.

Além da Owlstone, vários grupos de pesquisadores no mundo inteiro estão na corrida perene em busca de sensores eficazes para a precisão em diagnosticar doenças através do cheiro. E estão quase na linha de chegada, com o prêmio estimado por cada um dos cientistas: salvar mais vidas através do diagnóstico precoce de doenças.

 

Fonte