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Chocolate ajuda a evitar os sintomas da TPM

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Quem resiste a um delicioso chocolate? A jornalista, Ana Carolina Malandrino, sempre dá uma passada na cozinha para espiar a mãe, que faz chocolate para vender. “Eu como uma barra dessas grandes quando eu estou bem atacada da TPM e em dias normais eu como de duas à três trufas. A sensação que eu tenho é de estar comprando uma roupa nova. Você vai em uma loja comprar uma roupa nova e se sente muito satisfeita, é essa a sensação que eu tenho quando estou comendo chocolate”, diz Carolina. Ana Carolina é chocólatra assumida e mesmo assim está em forma.

“Eu malho bastante, procuro fazer atividades físicas todos os dias”, diz Ana Carolina. A mãe de Ana Carolina, Telma Malandrino, fica encima dela o tempo todo. “Uma vez por ano ela faz todo os exames, tem médico que acompanha”, diz a mãe.

E para controlar essa vontade toda de Ana Carolina, a mãe dela deixa a porta da cozinha trancada toda a noite. A chave fica embaixo do travesseiro da mãe dela, tudo para que Ana não assalte a geladeira e pegue os chocolates durante a madrugada.

Outra que também adora chocolate a ponto de ser considerada uma chocólatra, é a professora Silvana Santos, uma paixão que ela leva até em uma pulseirinha no braço em homenagem ao chocolate. Ela consome pelo menos dez bombons por dia.

“Você acorda e precisa de um chocolate para dar energia. Depois do almoço você precisa de um, dois, três chocolates como sobremesa. No lanchinho da tarde, mais chocolate para dar mais energia. À noite é porque você precisa descansar bem, ai precisa de mais chocolate. Eu como muito chocolate, não engordo e acho que nunca vou engordar”, diz Silvana. A Silvana gosta tanto, mas tanto de chocolate, que ela mantém na gaveta do armário da cozinha, vários chocolates guardados. Mas também mantém vários chocolates escondidos pela casa, em outros ambientes.

“Eu escondo porque eu gosto muito de chocolate, então eu tenho um pouquinho de receio de ficar sem, eu não posso correr esse risco. Se eu ficar sem comer chocolate, eu fico nervosa, mal humorada e chego até a passar mal”, diz Silvana.

“O chocolate possui substâncias chamadas de polifenóis. Esses polifenóis atuam aumentando nos seus níveis de serotonina no organismo”, explica o ginecologista, José Bento.

No caso das mulheres, existe um gasto calórico maior quando ela está para menstruar e durante a menstruarão. O organismo da mulher pode também estar se preparando para uma gravidez confirmada, caracterizando também um gasto calórico maior.

Com o aumento da progesterona que ocorre na segunda faze do ciclo menstrual, o estrogênio diminui e a serotonina também diminui. A mulher ao comer chocolate, que é muito calórico e benéfico, aumenta consequentemente os níveis de serotonina provocando um ótimo bem-estar. Existe também uma outra substância no chocolate que se chama triptofano, que também é responsável por aumentar a quantidade de serotonina no organismo.

Heads de Claudio Loureiro desenvolve campanha para a Tetra Pak

Com o intuito de alertar sobre a importância de escolher produtos com embalagens sustentáveis, a Heads Propaganda, do publicitário Claudio Loureiro, desenvolveu a ação “Tô de Olho” para a marca Tetra Pak.

Para falar com o público sobre esse tema, que é tão importante para o futuro da humanidade, a agência decidiu que o melhor seria colocar um grupo de crianças como protagonistas da campanha. Todos os filmes que fazem parte da ação possuem mensagens das crianças para os seus pais acerca de como é necessário optar pelo uso de materiais que não prejudicam o meio ambiente, como é o caso das embalagens da marca Tetra Pak.

A Tetra Pak, que é líder global em soluções para o processamento e o envase de produtos, fabrica todas as suas embalagens utilizadas no país com polietileno de baixa densidade (LDPE), o qual é produzido a partir da cana-de-açúcar. Em conjunto com o papel, os bis polímeros ampliam o percentual de materiais que são renováveis na embalagem para cerca de 82%.

De acordo com o diretor-geral da agência de Claudio Loureiro, a Heads Propaganda, Erick Machado, a Tetra Pak, por ser uma das poucas empresas sustentáveis no que diz respeito as suas embalagens, propôs o desafio a agência de falar sobre como é importante utilizar embalagens amigáveis ao meio ambiente nos produtos oferecidos aos consumidores. Indo mais além, a Heads de Claudio Loureiro decidiu mostrar ao público sobre como essa questão deve ser vista como um diferencial competitivo para ajudar o consumidor no momento em que ele está escolhendo um produto.

O grande desafio então foi levar esse tema para a campanha de forma leve, sem parecer muito técnico e didático. Para isso, a agência de Claudio Loureiro optou por trazer para a ação as pessoas que mais se preocupam com o futuro da Terra, que são as crianças, filhos e filhas que desejam modificar o comportamento dos seus pais em prol de tornar o planeta mais sustentável.

Com filmes e ações criativas, o plano de mídia da campanha foi focado em programática e nas mídias sociais, tendo o seu vídeo divulgado em formatos de mídia digital como vinheta/Masthead. A Heads, de Claudio Loureiro, ainda desenvolveu um site para a ação, criado como uma ferramenta de divulgação e para manter o público informado sobre a campanha da Tetra Pak.

Claudio Loureiro criou a agência Heads há 27 anos. Atualmente, a empresa é uma das mais importantes do Brasil no ramo da publicidade e uma as poucas agências do país a ter 100% do seu capital nacional. Para completar, ela foi escolhida pelo Instituto “Great Place to Work” como um dos melhores ambientes para se trabalhar entre as empresas de comunicação do Brasil, uma grande honra para a toda a sua equipe, que se esforça constantemente em construir uma atmosfera criativa e amigável.

Há alguns anos, a agência se tornou a primeira do país a se alinhar com as medidas de empoderamento feminino defendidas pela ONU Mulheres. Por essa razão, a agência realizou uma campanha com foco na igualdade de gêneros que levou ao estudo “Todxs por Elas”.

 

Saiba mais sobre as leguminosas e todos os benefícios que elas proporcionam à nossa saúde

As leguminosas nada mais são que grãos produzidos em vagens como feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, tremoço, soja e fava.

Esses alimentos são extremamente saudáveis, pois possuem carboidratos que dão energia para nosso sistema nervoso, além de proteínas essenciais para a construção dos tecidos do corpo.

Com nutrientes como ferro, vitaminas do complexo B e fibras, as leguminosas são excelentes para o bom funcionamento do intestino e ótimas para evitar a anemia. Portanto, a famosa história de que o trivial arroz com feijão é muito nutritivo é verdadeira, ainda mais quando combinamos com legumes, verduras e proteínas.

Mas apesar da grande quantidade de nutrientes que possui o feijão, é essencial a variedade de leguminosas no nosso cardápio, já que elas contém vitaminas e minerais específicos.

Listamos algumas para você entender um pouco mais sobre os nutrientes presentes.

1 – Feijão

Rico em fibras e proteínas, o feijão possui diversos minerais como fósforo, essencial para nossas células, e magnésio, importante para os dentes, os ossos, o sistema nervoso e os músculos.

Mas o mais conhecido mineral presente no feijão é o ferro, que tem duas funções muito importantes: levar oxigênio para as nossas células e atuar na formação das células vermelhas no nosso sangue.

Todos os tipos de feijão possuem nutrientes específicos e devem ser incluídos na nossa alimentação.

2 – Ervilha

Fonte de fibras solúveis, a ervilha mantém mais lenta a absorção de açúcar e gordura pelo nosso organismo.

Assim como o feijão, ela também é ótima para regularizar o intestino e contém quantidades significativas de vitamina A e algumas do complexo B, como a B1, que ajuda a melhorar o sono. Fora isso ela também tem vitamina C, ferro, carotenoides e zinco, nutrientes essenciais no combate aos radicais livres.

3 – Lentilha

Rica em zinco, muito importante no fortalecimento do sistema imunológico, a lentilha também possui fibras que regularizam o intestino, além de ácido fólico, vitamina B6, magnésio, ferro e triptofano, um aminoácido que faz parte da formação da serotonina, responsável pela sensação de relaxamento e bem estar.

Assim como a ervilha, a lentilha também mantém mais lenta a absorção de açúcar e gordura pelo nosso organismo.

4 – Soja

Mais uma leguminosa rica em fibras, a soja é um alimento que possui gorduras poli-insaturadas e sua proteína é considerada a mais completa de todas as proteínas vegetais. Ela também tem ferro, potássio, cálcio, fósforo e vitaminas do complexo B.

Com ácidos graxos insaturados, a soja possui insoflavonas, ótimas para a prevenção de doenças crônico-degenerativas, além da redução dos desagradáveis sintomas da TPM e da menopausa, de riscos de doenças cardiovasculares e de câncer.

Com tantos benefícios para a saúde, é essencial que todas as pessoas incluam as leguminosas diariamente no cardápio!

Descubra quais alimentos devem ser evitados antes de dormir

Muitas pessoas possuem dificuldades em conseguir dormir bem a noite. Existem vários fatores que podem agravar esse cenário, e um deles é a forma com que nos alimentamos. Por mais que doces e salgadinhos pareçam irresistíveis de serem degustados antes de dormir, os especialistas ressaltam que esse tipo de alimento possui estimulantes que prejudicam a qualidade do sono. Isso significa que, mesmo para as pessoas que conseguem dormir rápido, o sono não será revigorante e a sensação de cansaço irá continuar.

Tendo isso em mente, a seguir está uma lista com quatro tipos de alimentos e bebidas que devem ser evitados antes de dormir para se conseguir ter uma noite de sono tranquila e agradável.

  1. Bebidas alcoólicas

Apesar do álcool provocar uma sensação de sonolência após ser consumido em grande parte das pessoas, o sono de quem consumiu a bebida apresenta um  efeito similar ao da cafeína, ele se torna muito mais leve, aumentando as chances de se acordar inúmeras vezes ao longo da noite.

  1. Alimentos que tenham muito açúcar

Não é nenhum segredo que o açúcar funciona como um energizante, portanto, não é indicado para quem deseja ter uma boa noite de sono. Para as pessoas que sentem a necessidade de comer alguma sobremesa durante a noite, uma boa alternativa são as cerejas ou os kiwis, pois pesquisas recentes garantem que essas duas frutas podem melhorar a qualidade do sono, pois liberam as substâncias melatonina e serotonina.

  1. Comidas picantes e ácidas

O refluxo de alimentos ácidos tem maior probabilidade de acontecer nas pessoas quando elas estão deitadas pois essa posição facilita que o ácido presente no estômago retorne através do esôfago. Para evitar que isso aconteça, o melhor é não incluir alimentos ácidos ou apimentados no jantar, o ue também ajuda a reduzir as chances de desenvolver um quadro de azia.

  1. Alimentos difíceis de serem digeridos

Os alimentos conhecidos como fibrosos, por exemplo, o feijão e os vegetais crucíferos, como o brócolis, apresentam um nível maior de dificuldade para serem digeridos pois possuem alguns componentes químicos que causam gases e inchaço, especialmente se forem consumidos em grande quantidade. Isso não significa que esses alimentos façam mal pela saúde, pelo contrário, eles proporcionam vários benefícios. Contudo, devido a essa dificuldade maior do estômago em ingeri-los, o ideal é consumi-los mais cedo, como por exemplo, durante o almoço.

 

 

Poluição causa milhares de mortes pelo mundo através das doenças respiratórias

 

 

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O consumo de produtos mais baratos fabricados em determinados países estão contribuindo, de forma indireta, para milhares de óbitos em razão da poluição, segundo uma pesquisa divulgada recentemente pela revista Nature. De acordo com o estudo, feito pela Universidade de Tsinghua, na China, 22% do total de 3,5 milhões de mortes prematuras que foram causadas pela poluição no ano de 2007, estão relacionadas a emissões de poluentes derivados da produção de bens e serviços fabricados em um local e consumidos em um outro país.

Apenas na China, mais de 400 mil pessoas morreram de doenças causadas pela poluição em 2007. Essa é a primeira vez na história que uma pesquisa relaciona as cadeias de produção global à saúde humana de forma tão direta.

Esse estudo teve o objetivo de estimar o quanto a demanda consumidora dos Estados Unidos e de países da Europa tem contribuído para a poluição dos países em desenvolvimento, e como isso tem gerado consequências negativas na saúde da população local.

Se acordo com os autores da pesquisa, os valores dos produtos importados são menores, em parte devido a um controle menos rigoroso da poluição do ar que é feito nessas regiões. Portanto, o dinheiro que é poupado pelos consumidores dos países desenvolvidos acaba ocorrendo às custa de milhares de vidas que são perdidas em outras partes do globo.

Essa análise também ajudou a demonstrar como as emissões industriais também podem afetar a população dos países vizinhos e até mesmo de regiões mais distantes, tendo em vista que esses poluentes circulam através das correntes de ar. De acordo com os pesquisadores, 12% dessas mortes prematuras podem estar relacionadas a poluentes que se deslocaram para outras partes do mundo.

Para completar o estudo, os pesquisadores analisaram dados de cerca de 228 países, focando nas emissões de partículas finas. Com um diâmetro inferior a 2,5 micrômetros, essas partículas são responsáveis por 90% do total de mortes prematuras relacionados à poluição do ar, e podem provocar doenças respiratórias e cardiovasculares, além de aumentarem os riscos de se desenvolver câncer de pulmão e asma.

Na pesquisa, foram utilizados quatro modelos para estimar como foi a emissão originada pela produção agrícola e industrial e também pelo transporte dessas mercadorias, analisando os padrões de consumo e produção e o deslocamento da poluição na atmosfera.

Ao cruzar todas essas informações, os cientistas chegaram a conclusão de que as emissões de poluentes na China provocaram cerca de 64 mil mortes prematuras em outras regiões do mundo, sendo aproximadamente 3.100 dessas na Europa Ocidental e nos Estados Unidos. Apesar disso, a situação mais alarmante continua ocorrendo no próprio país, onde centenas de milhares de chineses morrem anualmente para permanecer produzindo bens de consumo que irão ser exportados.

 

Conheça três ações simples que ajudam a emagrecer e manter a saúde

Qual será a melhor técnica para emagrecer?

Essa é a pergunta feita por quem está acima do peso e espera perder gordura não só por uma questão de estética, mas principalmente para manter a saúde.

Fazer dieta e incluir atividades físicas em uma rotina tão corrida não é fácil, mas não é impossível. O primeiro passo é ter muito foco e persistência.

Fora isso, algumas ações simples são primordiais para quem quer se livrar de vez do sobrepeso.

Listamos três dicas básicas, mas extremamente eficazes. Confira!

1 – Alimentação

É imprescindível incluir na dieta alimentos ricos em fibras como frutas, verduras, legumes, cereais (como trigo, centeio e arroz), leguminosas (como ervilha, grão de bico e feijão) e sementes (como linhaça e chia). Além de saudáveis, eles aumentam a saciedade e, consequentemente, demora mais para sentir fome.

Outra vantagem é que esses alimentos regulam o intestino, um ponto essencial para emagrecer e manter a saúde.

Mas para garantir a eficácia da perda de peso, é essencial se alimentar a cada duas ou três horas, e fazer três refeições principais: café da manhã, almoço e jantar, e dois ou três pequenos lanches. A pessoa ficará bem alimentada durante todo o dia e evitará aquela fominha indesejada.

Na hora do almoço ou do jantar, o prato precisa ser variado, sempre com um legume, uma verdura, uma leguminosa, uma proteína e um cereal. Um prato com arroz, feijão, frango grelhado, cenouras e couve, por exemplo, está perfeito.

2 – Atividade física

A prática de esportes reduz o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial e mantém o bom funcionamento do sistema músculo-esquelético. Para quem quer emagrecer, eles devem ser praticados de uma a uma hora e meia por dia, e de quatro a cinco dias na semana.

As atividades aeróbicas como corrida, bicicleta, lutas (boxe, muay tay e jiu-jítsu) e natação são essenciais para emagrecer, mas é importante também fortalecer a musculatura com musculação ou pilates.

3 –Evitar consumo de calorias

Muitos alimentos ficam bem saborosos mesmo com pouco sal ou açúcar. Basta usar a criatividade nos temperos ou fazer doces com o próprio açúcar das frutas, por exemplo.

Os alimentos industrializados também devem ser evitados, pois são cheios de gorduras trans. Quanto mais naturais, melhor!

Fora isso, beber ao menos dois litros de água por dia é muito importante. Uma boa dica é beber um copo de 200 ml de hora em hora. Além de não sobrecarregar os rins, é possível consumir sem dificuldades os dois litros de água necessários.

Com ações simples como cuidar da alimentação, praticar esportes e evitar o consumo de calorias, além de muito foco e persistência, é possível eliminar as gordurinhas indesejadas e ainda por cima, manter a saúde!

 

 

Jornal Zero Hora de Duda Melzer é finalista do prêmio INMA

O Zero Hora foi escolhido como um dos finalistas do Prêmio International News Media Association (INMA) pelo terceiro ano seguido. Nessa edição, o jornal, que faz parte do Grupo RBS presidido por Duda Melzer, está disputando a categoria de “Melhor Uso das Redes Sociais”. Em 2017, foram escolhidos mais de 100 finalistas de países diferentes, que foram divididos em 20 categorias para empresas de porte regional e nacional. Os ganhadores do INMA irão ser anunciados no dia 23 de maio, em um evento chamado Global Media Awards Dinner, na cidade de Nova York.

No ano de 2016, o Zero Hora se destacou bastante na questão do engajamento com o público, segundo resultados obtidos pelo índice Torabit, que leva em consideração as interações feitas pelos perfis dos grandes jornais brasileiros nas redes sociais de maior relevância como Twitter, Instagram e Facebook. O que contribuiu para esse importante engajamento do jornal na internet foi a quantidade de seguidores do Zero Hora nas redes, que tem crescido a todo momento.

No início de 2017, o Zero Hora, que faz parte do grupo de Duda Melzer, já tinha mais 2 milhões de seguidores no Facebook, um aumento de cerca de 16,5% quando comparado ao ano anterior. No Twitter, por sua vez, o crescimento foi maior, de mais de 50% em relação a 2015. Por fim, no Instagram, o jornal superou o patamar das 3 milhões de curtidas nas fotos e nos vídeos que foram colocados na conta do Zero Hora durante o ano.

Essas novas estratégias que estão sendo utilizadas para melhorar o engajamento nas redes sociais do ZH também impactaram positivamente no fluxo total de acessos ao site do jornal. A quantidade de acessos feitos de links do Facebook cresceu em mais de 80% em comparação a 2015. No geral, acredita-se que as redes sociais tenham sido o modo como cerca de 25% dos internautas que acessaram o site em 2016 chegaram a ele, o que representa cerca de 70 milhões de acessos feitos dessa forma.

A gerente Sabrina Passos, responsável pelo setor digital do ZH, de Duda Melzer, ressalta que 2016 foi um ano de trabalho árduo pela equipe do jornal para que fossem garantidos esses bons resultados no meio digital e nas redes sociais do veículo. Para chegar a esse patamar, o Zero Hora apostou em adotar parcerias com o Twitter e em produzir vídeos ao vivo no Facebook, além do esforço contínuo de estar sempre buscando compreender o comportamento e os gostos de seus seguidores para assim permanecer oferecendo conteúdos atuais e atrativos.

Sabrina Passos ainda afirmou que para o Zero Hora, seguindo a política de expansão digital liderada por Duda Melzer, as mídias digitais possuem uma imensa importância estratégica. Por essa razão, a jornal tem se dedicado a criação de novas plataformas e maneiras originais de se comunicar com os internautas através das redes, razões que influenciaram nessa indicação ao International News Media Association (INMA) juntamente com os principais veículos de comunicação do mundo.

Estão concorrendo na mesma categoria do Zero Hora, de Duda Melzer, a rede de noticias Brilio.net, da Indonésia, e o jornal australiano NewsLocal.

 

Bulimia nervosa: saiba como identificar a doença

A bulimia nervosa pode ser definida como um distúrbio alimentar que se caracteriza por episódios recorrentes de ingestão exagerada de alimentos calóricos com consequente sensação de culpa. Junto a isso, o indivíduo tem uma série de reações inadequadas para evitar o ganho de peso. Dentre elas podemos destacar a indução de vômito, o jejum prolongado e o uso de medicamentos, como laxantes e diuréticos.

Em geral, esse transtorno é mais comum em mulheres jovens, magras e que cuidam da forma física de forma obsessiva. Geralmente praticam atividade física em excesso, seguem dieta rigorosa com o objetivo de se manterem magras.

Uma característica desse comportamento compulsivo é que essas pessoas fazem tudo escondido e muitas vezes a doença só é descoberta em estágio avançado. Se não for diagnosticada e tratada a tempo, a bulimia pode levar à desnutrição severa com risco de morte.

Causas

A causa da bulimia é desconhecida, no entanto, alguns fatores podem estar envolvidos no seu surgimento. A pressão da mídia sobre a ditadura da magreza, o culto ao corpo, o desprezo observado em relação às pessoas que não se encaixam no padrão de beleza, entre outros — todos muito ligados à aparência e a autoimagem.

Sintomas e sinais da bulimia

Alguns sintomas podem ser observados em pessoas que sofrem com o distúrbio. Acompanhe!

  1. Condutas que apontam uma preocupação exagerada com a aparência e em perder peso. Fala muito em dietas e se preocupa muito com a alimentação de baixa caloria;
  2. Idas ao banheiro durante e após as refeições;
  3. Hálitos com odor de vômito;
  4. Sumiço de uma grande quantidade de alimentos da despensa de forma inexplicável;
  5. Embalagens vazias de diurético e laxantes no lixo do banheiro ou da cozinha (indícios de comportamento purgatório);
  6. Demonstrar desconforto ao comer diante de outras pessoas;
  7. Ingerir porções mínimas de alimentos durante as grandes refeições;
  8. Uso exagerado de enxaguantes bucais na tentativa de disfarçar o hálito;
  9. Ter atitudes estranhas em relação aos alimentos, como esconder alimentos em locais improváveis do quarto;
  10. Usar roupas largas frequentemente, com o objetivo de disfarçar as curvas do corpo;
  11. Dedicação exagerada ao praticar atividade física, não se importando com cansaço, lesões, etc;
  12. Comer em excesso até sentir desconforto ou dor e depois colocar o dedo na garganta para vomitar.

Tratamento

O tratamento desse transtorno alimentar ocorre geralmente com o acompanhamento de uma equipe interdisciplinar composta por médico, psicólogo, nutricionista e psiquiatra. Antidepressivos podem ser prescritos, principalmente, se houver sintomas como ansiedade e depressão.

 

Flavio Maluf fala sobre o crescimento da confiança dos investidores no período de 2015 e 2016

A confiança no crescimento da indústria brasileira sofreu quedas constantes desde o início de 2015. No entanto, como reporta o empresário brasileiro Flavio Maluf, presidente da empresa Eucatex, os executivos da indústria de transformação se mostraram bem mais otimistas em relação à viabilidade de uma melhora no setor já nos próximos meses, o que não tinha acontecido nem mesmo em agosto, já que naquele mês o pessimismo ainda se mantinha forte.

Essa elevação da confiança dos empresários foi constatada pelo ICI (Índice de Confiança da Indústria) apresentado no mês de setembro, já que, no nono mês de 2016, houve um aumento de 2,1 nesse índice, sendo que, em agosto, esse dado tinha sofrido uma retração de 1 ponto. Destarte, em setembro, o ICI atingiu 88,2 pontos ante 86,1 do mês anterior. Nesse sentido, Flavio Maluf informa que esse foi o resultado mais alto alcançado pelo índice desde julho de 2014, quando ele chegou aos 88,8 pontos.

Os dados referentes ao ICI são obtidos através da análise das perspectivas dos executivos sobre as atividades momentâneas e aqueles referentes aos seis meses seguintes. Para isso, o Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) realiza a Sondagem da Indústria de Transformação. Em setembro, entre os dias 5 e 23, o instituto recolheu as opiniões de dirigentes de mais de 1.120 empresas.

Com isso, em 12 dos 19 segmentos analisados houve uma melhora nas perspectivas apresentadas pelos entrevistados, sendo que isso ocorreu não apenas em relação ao período atual, mas também sobre a avaliação para os seis meses seguintes.

Na divisão entre os períodos, o executivo Flavio Maluf noticia que o IE (Índice de Expectativas) foi o que atingiu a maior pontuação, pois a elevação de 2,5 pontos fez o índice chegar aos 89,8 pontos, número mais alto desde os 90,3 pontos atingidos em junho de 2014. Em relação ao ISA (Índice da Situação Atual), foi observado um aumento de 1,5 pontos, o que levou o índice aos 86,7 pontos, melhor número desde os 88,4 pontos alcançados no primeiro mês de 2015.

Um dos aspectos mais relevantes para que houvesse uma melhora na avaliação dos empresários em relação à situação atual foi o volume dos estoques. Isso porque, o número de dirigentes que acha que os estoques estão com um nível muito elevado diminuiu de 14,1% para 12,7%. Por outro lado, 7,1% dos empresários ouvidos acha que os estoques estão insuficientes, antes essa porcentagem era de apenas 5,4. Nesse sentido, Flavio Maluf ressalta que a porcentagem de dirigentes que avaliaram o estoque como escasso em setembro é a maior desde o quinto mês de 2013, quando esse número chegou aos 7,3%.

Outro dado importante que o empresário Flavio Maluf reporta é o NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada), que teve um aumento de 0,9% em setembro, atingindo um total de 74,7%, o que representa o maior dado alcançado desde o último mês de 2015.

Em relação a todos os dados apresentados, através de uma nota, Aloisio Campelo Junior, que é superintendente de estatísticas públicas do Ibre/FGV, afirmou que deve ocorrer uma melhora branda e com sobressaltos na produção, pois o mercado interno ainda tem apresentado uma recuperação bastante vagarosa. No entanto, ele também disse que as perspectivas para os próximos meses são positivas, principalmente devido ao fato de que entre o terceiro e o nono mês de 2016 o índice teve uma elevação acumulada de mais de 13 pontos, embora o número atual ainda não seja considerado exatamente bom.

O leite ajuda ou não a evitar a osteoporose?

Apesar do leite ter cálcio, algumas pesquisas científicas já contestaram a relevância que a bebida poderia ter na prevenção da osteoporose. Um desses estudos de maior destaque foi feito em 2014, na Universidade de Uppsala, na Suécia, e serviu para propagar essa discussão por todo o mundo.

Nela, os pesquisadores fizeram uma análise dos hábitos alimentares de mais de 60 mil mulheres e 45 mil homens através de questionários que haviam sido respondidos pelos participantes. A partir da análise das informações contidas nas fichas, chegou-se a conclusão que o alto consumo de leite diário, que consiste em três copos ou mais, não demonstrou contribuir para a proteção dos ossos e ainda mostrou que o risco de fraturas poderia ser ainda maior.

De acordo com Karl Michaëlsson, um dos autores da pesquisa, a galactose seria uma das principais culpadas disso. Para ele, essa substância, que é formada com a quebra da lactose, estaria por trás de fraturas e de uma maior fragilidade nos ossos dos idosos.

Contudo, os autores da pesquisa destacam que é preciso ter cautela na interpretação desses dados, pois esse foi um estudo de observação e associação, ou seja, ele levou em consideração a quantidade ingerida de lácteos e, ao mesmo tempo, o grau de frequência em que ocorreram as fraturas. Desse modo, não foi testada com a relação de causa e efeito entre ambas as informações.

Além disso, nesse tipo de estudo, não é possível ter certeza se os voluntários preencheram fielmente o questionário sobre os seus costumes alimentares, principalmente pelo fato de já terem se esquecido de algumas informações, levando em consideração que a pesquisa englobou um longo espaço de tempo.

Para a médica Maria Raquel Carvalho, que trabalha no Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o leite é um alimento bastante complexo e de difícil definição. Ela destaca ainda que, para se ter ossos fortes, não basta apenas ter uma dieta rica em produtos lácteos, sendo necessário um conjunto de fatores, que incluem a prática de exercícios,  exposição ao sol  e também o consumo de proteínas.

A única unanimidade entre os especialistas é o fato de que as pesquisas pautadas nas lembranças das pessoas sobre as suas dietas diárias não são as mais confiáveis. E como é difícil chegar a conclusões reais a partir desse tipo de estudo, o que existem, como no caso do leite, são suspeitas e não certezas.

Apenas nos últimos anos, com o avanço tecnológico, é que tem sido possível desenvolver pesquisas relativas a nutrição que vão além dos questionários. Um estudo feito pela Universidade de Saúde Carlos III no final de 2016, por exemplo, trabalhou com os biomarcadores do sangue para entender mais sobre os impactos do consumo de leite na saúde.