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Dois estudos recentes apontam que consumir café aumenta longevidade

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Apesar de que seja a ingestão do café, para alguns, inimiga da saúde, ao menos segundo dois estudos publicados no dia 10 de julho deste ano, a bebida, consumida em todo o mundo (são, em média, 2,25 bilhões de xícaras todos os dias), pelo contrário, é capaz até de prolongar a vida de quem a consome. No caso, seus consumidores frequentes teriam menos risco de morrer, principalmente em decorrência de doenças circulatórias e gastrointestinais.

Entre os dois estudos citados, há uma pesquisa conduzida pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer e o Imperial College de Londres. Essa pesquisa afirma, em seus resultados, afirma terem sido observados benefícios à saúde humana proporcionados pelo consumo da bebida em questão. Isso, vale pontuar, em dez países europeus, cada um com hábitos de consumo da bebida que se diferiam um do outro, indo-se do café com leite, mais consumido no Reino Unido, ao expresso, mais consumido pelos italianos.

Assim, após 16 anos de análises desses dados, que foram sendo coletados pela Pesquisa Europeia Prospectiva sobre Câncer e Nutrição (Epic, na sigla em inglês), com mais de 500 mil pessoas acima dos 35 anos de idade, habitantes dos dez países europeus, é que os pesquisadores chegaram às conclusões já citadas.

Já em relação à segunda pesquisa, a conclusão que tiveram os pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia (USC), foi que os consumidores diários de uma xícara de café são 12% menos propensos a morrer, em relação aos que não realizam esse consumo. No caso, as mortes seriam ocasionados por vários vales, como os acidentes vasculares cerebrais, cânceres, diabetes e também doenças cardíacas, respiratórias ou de fígado.

E parece ser esse estudo bastante respeitável, dado o fato de que incluiu participantes diversificados, pertencentes a quatro grupos étnicos diferentes: brancos, latinos, afro-americanos e japoneses-americanos. Também tinham, entre eles, diferentes estilos de vida. E, mesmo com tantas diferenças, o resultado foi o mesmo em todos os quatro grupos, ou seja, de que o café traz benefícios à saúde de qualquer pessoa.

Além dessa conclusão relacionada ao consumo de apenas uma xícara de café por dia, o estudo ainda sugere um maior número de benefícios para aqueles que bebem, diariamente, de duas a três xícaras de café, proporcionando assim, quanto ao risco de morte, uma redução significativa de 18%.

Por fim, é importantíssimo pontuar que, para esses dois estudos, ambos publicados na revista científica Annals of Internal Medicine, tanto o consumo do café normal quanto o consumo do café descafeinado serão benéficos à sua saúde.

 

Quem dorme mal tem mais risco de desenvolver Alzheimer

Uma nova pesquisa feita por pesquisadores da Universidade Washington e da Universidade Stanford, localizadas nos Estados Unidos, revelou que dormir mal eleva o risco de desenvolver Alzheimer. Os pesquisadores descobriram que pessoas que estão na meia-idade e dormem superficialmente ou tem poucas horas de sono, eleva o risco de desenvolver a doença quanto atingir a velhice.

O time internacional de pesquisadores, avaliou cerca de 22 pessoas com vida e rotina saudável entre os 35 e 65 anos de idade. Na primeira etapa do estudo, os cientistas observaram os voluntários durante duas semanas e fizeram medições no pulso dos voluntários através de um dispositivo para registras as horas sem dormir.

Feito isso, os voluntários ainda dormiram por duas noites no laboratório médico em quartos especialmente planejados para que eles pudessem ter uma boa noite de sono. Nessa etapa, os pesquisadores usaram fones de ouvido e alguns eletrodos para detectar o sono dos voluntários. Os eletrodos foram colocados em determinados pontos para monitorar toda a atividade cerebral dos voluntários enquanto dormiam.

Feito isso os pesquisadores iniciaram uma outra etapa de observações. Metade dos voluntários da pesquisa, foram induzidos a ficarem apenas no primeiro nível do sono, considerado superficial, durante a primeira noite. Na segunda noite, houve um revezamento dos grupos. Para que os participantes dormissem apenas superficialmente, os cientistas monitoraram o sono dos participantes e emitiram sons através dos fones de ouvido quando os participantes atingiam um nível mais profundo do sono. Mesmo que os ruídos não acordassem os participantes, eram o suficiente para ocasionar uma noite mal dormida.

A primeira reclamação dos voluntários foi o extremo cansaço. Já a revelação dos cientistas veio através de diversos exames, um deles foi a partir de amostras do líquido contido na medula espinhal de cada participante. O resultado revelou que as amostras continham quantidades muito maiores de beta-amiloide, a principal substância que indica o surgimento do Alzheimer. Em comparação, os participantes que dormiram a noite inteira em um sono completo, tinham 10% de diferença em relação aos outros participantes. Tudo isso foi observado em apenas um dia de noite mal dormida, imagina quem sofre de insônia?

Os cientistas ainda observaram uma outa alteração nos exames dos participantes que não dormiram bem. Eles apresentaram uma elevada quantidade de outra proteína no corpo que é considerada uma vilã dos neurônios, a tau. Sendo assim a conclusão foi de que os pacientes que apresentam esse problema crônico de noite mal dormida, possuem maior risco de desenvolver a doença.

A teoria em torno de todo o estudo, é de que o sono funciona como uma limpeza para o cérebro. Ele é capaz de limpar todas as substâncias nocivas que foram acumuladas ao longo do dia no cérebro. No caso de quem dorme pouco ou mal, essas substâncias permanecem, podendo ocasionar uma série de problemas.

 

Dicas para cuidar bem dos dentes

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É muito comum algumas pessoas deixarem de lado o cuidado com os dentes e priorizarem outras áreas do corpo quando o assunto é saúde. Mas o que muita gente não sabe é que a falta de cuidado com os dentes é sinônimo de problemas futuros, além de gastos excessivos com tratamentos.

De fato, um sorriso bonito e dentes bem tratados e branquinhos são pontos fortes da nossa apresentação pessoal. Por isso é essencial fazer a escovação após as refeições e da forma correta.

Conheça algumas dicas simples, mas muito importantes, para você manter dentes e gengivas saudáveis.

 

1 – Faça a escovação de forma correta

É muito importante escovar os dentes após ingerir qualquer alimento. O acúmulo de bactérias causa placas que vão deteriorando os dentes, além de mau hálito.

A escovação deve ser feita cuidadosamente, com creme dental com flúor, e a escova precisa alcançar todos os dentes de forma completa, incluindo a língua. Enxágue várias vezes fazendo bochechos para eliminar todos os resíduos.

 

2 – Use fio dental

Passar fio dental é tão importante quanto a escovação porque ele ajuda a eliminar a sujeira que fica entre os dentes, onde a escova não alcança. Caso contrário os dentes não ficarão livres de cáries e placas.

 

3 – Inclua um bom antisséptico bucal

Use um produto sem álcool, pois o álcool pode manchar os dentes e irritar a gengiva. O antisséptico ajuda a eliminar bactérias e mantém a boca mais limpa.

 

4 – Escolha a escova de dente certa

A melhor escova é aquela com cerdas macias e cabeça pequena. Ela se encaixa bem na boca e consegue alcançar todos os dentes, além de não maltratar a gengiva.

 

5 – Troque a escova de dentes regularmente

O ideal é trocar a cada 3 meses, que é o tempo que leva para começar a desgastar.

Além de não fazer o melhor trabalho por conta do desgaste, a escova acumula bactérias com o passar do tempo.

 

6 – Tenha horários para comer

Quem passa o dia beliscando não vai escovar os dentes a todo momento e é aí que mora o perigo. Procure ter uma rotina na alimentação para que possa fazer as escovações logo após as refeições.

 

7 – Visite regulamente um dentista

É essencial separar uma quantia de dinheiro para idas regulares ao dentista. Isso vai evitar problemas maiores e que podem ser bastante dolorosos no futuro, além de gastos excessivos com tratamentos muito complexos.

Anúncio da agência de Alexandre Gama conquista os jurados do 64º Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade

Três Leões de Cannes no maior festival de publicidade do mundo foi o que resultou a sacada da Neogama – uma das 20 maiores agências de publicidade do Brasil, fundada pelo publicitário e empresário brasileiro Alexandre Gama, atualmente CEO da empresa – a respeito de um anúncio que une criatividade e tecnologia.

O chamado “Teste da pisada”, criado para a ASICS, veiculado em revistas, convida os leitores a identificar qual é o seu tipo de pisada, para escolher o modelo de tênis mais adequado aos seus pés. Trata-se do uso de uma tinta termocrômica que reage ao calor do corpo, desta forma, basta pisar na área demarcada pela revista e descobrir o resultado em segundos – as pisadas podem ser do tipo supinação, pronação ou neutra.

A inovadora peça publicitária criada pela agência de Alexandre Gama conquistou os jurados do 64º Cannes Lions Festival Internacional de Criatividade. O anúncio foi premiado com um Leão de Prata (Promo & Action) e dois Leões de bronze (Print&Publishing e Media).

O maior evento de publicidade do mundo acontece todo ano na Riviera Francesa – este ano foi entre os dias 17 e 24 de junho.

Ficha Técnica da peça publicitária

Título: Anúncio Teste de Pisada

Anunciante: ASICS

Agência: NEOGAMA

Direção Geral de Criação: Alexandre Gama

Direção de Criação: Márcio Ribas e Fabio Mozeli

Criação: Gabriel Marcondes, Sávio Hatherly, Pedro Rosas, José Pedro Bortolini e Michel Morem

Atendimento: Guilherme Nogueira, Renato Miguez, João Castro e Oleg Loretto

Planejamento: Maju Strasburg

Mídia: Luiz Gini, Giuliana Chekin, Cibele Perandin e Karem Pugliesi

Direção de Produção: Mariah Bayeux

RTVC: Paula Alimonda

Artbuyer: Vanessa Raad e Felipe Moro

Editor: Roger Pereira e Lucas Souza

Motion Design: Marcos Thuki

Produtora: Ritmo Visual Filmes

Direção: Pedro H. M. Marques

Direção de Fotografia: Marco Lomiler

Produtor Executivo: Patrick Caracas

Produtora: Mayra Donatelli

Assistente de câmera: Yllan Carvalho

Colorista: Luca Leocadio

Produtora de Áudio: Hefty

Maestro/ Produtor: Edu Luke

Atendimento Som: Juliana Cruz

Produtora Apoio: Bandits

Produção Gráfica: Casa da Produção Gráfica

Aprovação Cliente: Mauricio Busin e Thaise Oliveira

Cannes Lions

Este ano, o Brasil inscreveu no Cannes Lions 3.020 trabalhos, 215 a mais em comparação com 2016. Foram 99 Leões para as agências brasileiras em oito dias de evento, nesta edição – ano passado foram 90.

Na classificação geral entre os países, o Brasil ficou em quarta posição, perdendo apenas para os Estados Unidos, que ganhou 429 Leões; Reino Unido, que levou 131 Leões; e Austrália, que ficou com 113 estatuetas.

A “campanha” brasileira de 2017 no evento de Cannes também é a quarta melhor performance do país – o recorde foi em 2014, quando foram conquistados 116 Leões. Em 2015, foram 108 Leões, incluindo um Grand Prix.

Alexandre Gama

O publicitário brasileiro é formado pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Ele começou a carreira em 1982, como redator na agência Standart Ogilvy. Em 1990, começou a atuar como redator na agência DM9 e permaneceu por quatro anos – período em que foi o redator mais premiado do Brasil.

Alexandre Gama também passou pelas agências AlmapBBDO e Young & Rubicam. Além disso, foi, o primeiro brasileiro a estar à frente de uma rede global de agências de comunicação, quando ocupou o cargo de WCCO da inglesa BBH.

 

A alimentação de quem tem as maiores expectativas de vida do mundo

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Acredita-se que o tempo que iremos viver é atribuído em grande parte à nossa alimentação. Cerca de 20% desse valor, apenas, vem da nossa genética. Alimentar-se bem sempre foi um assunto muito abordado, afinal, todos sabem que uma alimentação saudável contribui para uma maior qualidade de vida. Mas o que é considerado saudável?

Dan Buettner, junto com um grupo de pesquisadores da National Geographic Society, estudaram durante oito anos cinco regiões do planeta Terra, onde a longevidade da população tem uma superioridade de cerca de dez anos. Além de viverem mais, também esbanjam alegria e energia, junto com uma qualidade de vida diferenciada, aproveitando melhor a sua velhice.

Butter escreveu um livro chamado As Zonas Azuis, onde estudou os hábitos alimentares na península de Nicoya (Costa Rica), cidade de Loma Linda (Califórnia, EUA), ilha de Okinawa (Japão), Sardenha (Itália), e olha de Ikaria (Grécia).

Confira a seguir, a alimentação das 5 Zonas Azuis:

  1. Okinawa, Japão

Com uma dieta vegetariana, os japoneses desta ilha costumam ingerir muitos vegetais, batata doce, algas, tofu e sopa de miso. Esses derivados da soja protegem o coração por serem ricos em flavonóides.

Grande parte do tempo dessa população é dedicada à jardinagem, plantando ervas medicinais. Essa atividade proporciona uma redução grande do estresse, e contribui para um exercício físico diário.

 

  1. Sardenha, Itália

Diferente do resto da Itália, os sardenhos possuem uma dieta rica em vegetais, leguminosas, pão integral, frutas e azeite de mastic. Outro alimento também presente na alimentação das pessoas que vivem na ilha italiana, é o queijo pecorino, produzido com o leite de ovelha. Carnes são consumidas em finais de semana e ocasiões especiais.

Possuem um baixo índice de estresse, depressão e suicídio por possuírem valores familiares muito acentuados. Consumem leite de cabra e vinho moderadamente, o que explica o nível de estresse quase inexistente (confira aqui os benefícios do vinho tinto).

 

  1. Loma Linda, Califórnia

Não costumam ingerir bebidas gaseificadas ou alcoólicas, trocando-as por água. Mantém o foco na comunidade, na família, e em Deus, uma vez que grande parte da população é Adventistas.

A dieta para muitas pessoas dessa população é vegetariana, dividida em pequenas refeições diárias que contenham cereais integrais, frutas e leguminosas.

 

  1. Nicoya, Costa Rica

Com uma alimentação baseada em frutas tropicais, a península de Nicoya possui uma longevidade superior ao restante do território. A alimentação durante a noite é sempre feita cedo e em pequenas quantidades.

Por serem descendente de indígenas, a alimentação é rica milho e leguminosas. Dão bastante importância para a fé, a família e a comunidade.

 

  1. Ilha de Ikaria, Grécia

A cultura rica em valores familiares, saúde e tradições, formou-me há décadas, quando a ilha mediterrânea foi alvo de ataques romanos, persas e turcos. Grande parte da população de Ikaria investe o seu tempo em socializar com seus vizinhos.

A alimentação gira em torno de leite de cabra (rico em triptofano, potássio e cálcio), leguminosas, vegetais, batatas, azeite e frutas. Também costumam ingerir chás de ervas com a companhia de amigos e familiares.

A saúde do homem integral

“Que seu remédio seja seu alimento, e que seu alimento seja seu remédio” Hipócrates

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afeções e enfermidades”. Esse conceito expressa a tendência atual da ciência médica em enxergar o paciente de forma integral, compreendida a interdependência de todos os aspectos da sua vida. Pois, para ilustrar essa interdependência, uma enfermidade física pode resultar em doença mental, assim como um distúrbio psicológico é capaz de ocasionar uma mazela no corpo.

A revista Mente Cérebro publicou em sua página na UOLartigo intitulado “Pancadas na cabeça podem causar doença mental”. A publicação relata que pesquisadores de uma universidade em Copenhague estudaram registros médicos dinamarqueses e associaram traumas na cabeça sofridos entre os 11 e 15 anos de idade ao desenvolvimento posterior de doenças mentais como depressão, transtorno bipolar e até esquizofrenia. No livro A Dieta da Mente, o Dr. David Perlmutter diz que pesquisadores começam a chamar o Alzheimer de diabetes tipo 3, devido às recentes descobertas da forte relação dessa doença – e de outras demências – à produção de insulina e ao consumo de açúcar.

Esses são exemplos de como fatores somáticos podem desencadear doenças mentais. Pode-se ainda citar a depressão provocada por um eventual desequilíbrio químico do organismo ou a predisposição genética a adquirir outras enfermidades como o transtorno bipolar ou a esquizofrenia.

Do mesmo modo, estados nervosos podem ter consequências físicas, e até o âmbito social pode, a longo prazo, deixar um indivíduo fisicamente doente. Por exemplo, a ansiedade afeta o sistema imunológico e a digestão, bem como um ambiente estressante pode fazer com que o corpo produza o hormônio cortizol em excesso, o que leva o fígado, por sua vez, a produzir glicose. Para a maioria das pessoas, a glicose resultante dessa relação é facilmente absorvida pelo organismo, mas, se o indivíduo em questão for diabético, a história é outra.

Por isso, como aponta a definição de saúde dada pela OMS, a tendência da medicina hoje é cuidar de todos os aspectos da vida do paciente, principalmente nos países em desenvolvimento, nos quais as condições de trabalho, a saúde pública e, de modo geral, a qualidade de vida oferecida aos nacionais são insatisfatórias. Há um aumento da preocupação dos profissionais de saúde pelo modo de vida dos seus pacientes. Se alimentam-se bem, se exercitam-se, se são submetidos a altos níveis de estresse, entre outros.

A medicina tem cada vez mais tornado-se preventiva, e o paciente tem sido visto holísticamente. As palavras de Hipócrates, o pai da medicina, aquele cujo juramento os médicos formandos repetem, estão cada vez mais em voga. Alimentando-se, exercitando-se, estando em paz com seus pares e vivendo em simbiose com o seu meio, o indivíduo está fazendo a manutenção da sua saúde, evitando assim ter de tratar doenças.

 

 

 

Relação entre cigarros e açúcar

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Os malefícios do uso de cigarros já são bastante conhecidos pela população. André Calantzopoulos, CEO da indústria gigantesca de cigarros, a Phillip Morris International, reconheceu à BBC que a empresa produz um produto causador de diversas doenças. O anúncio foi realizado ano passado durante um lançamento de um cigarro alternativo que segundo a empresa, é menos danoso ao organismo.

Conforme o uso de cigarros vem diminuindo nos Estados Unidos, os defensores de uma vida saudável se voltam contra outro gigante que segundo eles, está tomando o lugar dos cigarros: a indústria alimentícia.

Diversas comparações estão surgindo entre ambas as indústrias, principalmente com relação a propagandas voltadas para o público infantil. Os especialistas em saúde pública utilizam os mesmos argumentos que usaram contra Joe Camel. A indústria alimentícia tem utilizado vídeo games, desenhos animados e outras formas de publicidade com o objetivo de atingir o público mais jovem que futuramente virarão consumidores regulares.

A conexão entre os cigarros e as chamadas junk foods é muito mais profunda do que se imagina. Gary Taubes detalhou a relação em um capítulo do livro que lançou em dezembro de 2016 nos Estados Unidos, “The Case Against Sugar”, o caso contra o açúcar, na tradução livre. O escritor revela que o açúcar é o principal componente que tem causados as diversas doenças crônicas que acometem a população ocidental no século 21. Dentre elas estão as cardiopatias, obesidade e diabetes.

O tabaco possui um açúcar natural que durante o processamento acaba sendo alterado. Para tornar o tabaco mais agradável para os fumantes, a secagem é feita com ar quente, o que aumenta a quantidade de açúcar, porém esse processo reduz o nível de nicotina, principal substância estimulante do tabaco responsável pelo vício. No começo do século 20, a indústria do tabaco descobriu uma maneira de fazer com o que o seu produto fosse mais agradável ao fumar, mas sem reduz o nível de nicotina, pelo contrário, ele deveria ter um alto teor de nicotina. A secagem das folhas de tabaco por si só, já cria altos níveis de nicotina que são facilmente absorvidos. Acrescentar mais açúcar, logo em seguida, deixa o sabor mais agradável.

As pesquisas mais recentes concluíram que adicionar açúcar aos cigarros, não os tornam mais tóxicos, porém, o componente a mais é capaz de deixar o sabor mais agradável, levando as pessoas a fumarem mais.

Poucas pessoas sabem que o açúcar continua sendo um componente do cigarro. Em uma entrevista, Taubes disse que é um fato quase que desconhecido. O assunto já foi abordado em 1975, no livro “Sugar Blues” que era contrário ao açúcar e em 2012 no livro “Golden Holocaust”, que atacou o cigarro. Taubes até cogitou não colocar essa informação em seu livro, já que não era o tema central. Mas acabou reconsiderando.

 

 

 

5% dos bebês de grávidas infectadas são afetados pelo Zika

No primeiro trimestre de gravidez, 8% das mulheres infectadas tiveram filhos com problemas relacionados ao Zika vírus

O vírus zika é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo responsável pela transmissão da dengue e da febre Chikungunya, e pelo mosquito Aedes albopictus. A sua primeira grande manifestação aconteceu em 1947. O vírus é capaz de atingir a placenta e o líquido amniótico, causando malformação no bebê como a microcefalia, onde a criança nasce com a cabeça menor, alterações cerebrais como calcificações e ventriculomegalía, além de possíveis alterações nos olhos, na audição e no sistema musculoesquelético. Não existe tratamento específico para a doença, só para o alívio dos sintomas.

Em relatório, os EUA disseram que o vírus Zika afetou 5% das mulheres com infecções que tiveram bebês com malformação. Porto Rico o primeiro a incluir números oficiais do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC sigla em inglês), declarou o fim da epidemia de zika baseados em dados que mostraram a diminuição nos números de casos confirmados.

“O vírus da zika representa uma ameaça séria para mulheres grávidas e para seus bebês, independentemente de quando a infecção acontece durante a gravidez”, disse a diretora interina do centro, Anne Schuchat.

O zika representa um risco para grávidas em qualquer lugar onde o vírus esteja vivo, e por isso a CDC rejeitou a recomendação para que mulheres grávidas não viagem para Porto Rico.

“Mulheres nos territórios dos Estados Unidos e em outros lugares que tiveram exposição contínua aos mosquitos carregando o vírus da zika estão em risco de infecção. Nós precisamos continuar vigilantes e comprometidas em prevenir novas infecções pela zika”, afirmou Shuchat.

De primeiro de janeiro de 2016 até 25 de abril de 2017, foi incluída 1.508 mulheres grávidas infectadas pelo zika na Samoa Americana, nos Estados Federados da Micronésia, na República das Ilhas Marshall e nas Ilhas Virgens Americanas. Do total dessas mulheres, aproximadamente 5% tiveram bebês com malformações relacionadas ao vírus, relatou o centro.

Comparado com 15% em um estudo anterior na maior parte dos casos as mulheres foram infectadas durante viagens fora dos EUA sendo aproximadamente 5% das infectadas durante o segundo trimestre e cerca de 4% das infectadas no terceiro trimestre tiveram bebês com deficiências causadas pelo zika, e isso mostra que o vírus continua perigoso no decorrer da gravidez.

Veja também: Registros de casos de microcefalia é falho

 

Sob o comando de Claudio Loureiro, Heads anuncia DOTZ como mais nova cliente

A agência Heads, liderada por Claudio Loureiro, anunciou neste mês de junho a chegada da DOTZ ao seu portfólio de clientes. Sendo um dos maiores e mais populares programas de fidelidade do país, a DOTZ repassará à agência curitibana a gestão de suas mídias de performance.

O início da relação entre o programa de fidelidade e a agência pertencente a Claudio Loureiro, a  Heads é consequência direta do sucesso que esta última alcançou em seus últimos trabalhos com Deca, Sebrae-SP, Unimed, TetraPak e Caixa Seguradora. Além disso, a DOTZ identifica a agência sediada em Curitiba não apenas como ‘de publicidade’, mas também como ‘de inteligência de negócios de comunicação’.

Conforme esclarece o diretor de Estratégias e Digitais e Inovação da agência, Jimmy Nisgoski: “Observamos e mapeamos tendências e comportamentos constantemente, esforço que nos garante maior assertividade na produção de ideias e conteúdos, além de permitir uma construção de cenários mais próximos da realidade do público. Vamos a fundo no entendimento sobre a verdade da marca em sua presença digital e entendemos como ela reflete na vida das pessoas. Tratamos isso dentro de casa como presença onlife”. Nisgoski atua há mais de 17 anos desenvolvendo soluções digitais.

A Heads, de Claudio Loureiro, compartilha a ideia de que a cultura impregnada no cotidiano da agência promove a busca pelo que existe de mais eficaz, eficiente e pertinente no mercado tecnológico para que, juntamente com as ferramentas, técnicas, metodologias e procedimentos próprios da agência, possam fornecer as melhores soluções para cada cliente.

Jimmy Nisgoski finaliza o raciocínio: “É corriqueiro dentro de casa recriarmos nossas rotinas buscando aperfeiçoamento do modelo de processos e negócios ideal para cada marca. Isso tudo se materializa em campanhas com altos índices de sucesso nos mais diversos objetivos, sejam eles conversão, rentabilidade ou representatividade de share e lift para as marcas que atendemos”, conclui o diretor de estratégias.

Já para o diretor-geral da filial de São Paulo, Erick Machado: “Os clientes têm nos procurado muito para entender o que fazemos e como conseguimos atingir metas tão expressivas. Eles estão reconhecendo na agência a capacidade de mexer o ponteiro e alavancar ainda mais o business”, esclarece.

Um pouco mais sobre a agência

Fundada há 27 anos no Paraná por Claudio Loureiro, a Heads atualmente é a segunda maior agência de comunicação independente do país. Com escritórios em Curitiba, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro, a empresa é parte da Worldwide Partners Inc – rede composta por mais de 80 agências independentes espalhadas em mais de 50 países.

Eleita pela Great Place to Work por cinco vezes consecutivas com umas das melhores companhias de seu ramo para se trabalhar, a agência é a primeira signatária do Brasil e da América Latina em relação aos princípios da ONU de Empoderamento Feminino. Comandada por Claudio Loureiro, a Heads possui entre seus principais clientes: Canal Viva, Cantareira Norte Shopping, Decathlon Brasil, Farmácias Nissei, HTPro Nutrition, Pic-me, Proteste, O Boticário, Trousseau e Vaio.

 

Pessoas com melhor desempenho em teste de QI fumam menos

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Segundo um estudo feito pela equipe de pesquisa da Universidade Livre de Amsterdã, na Holanda, e publicado na revista científica Nature, a inteligência é hereditária. Foram encontrados 52 genes ligados à inteligência do homem, sendo que 40 deles ainda eram desconhecidos. O estudo também mostrou, que pessoas que tiveram melhores desempenhos nos testes feitos de QI, nunca haviam fumado.

Foram analisadas amostras de oitenta mil pessoas, escolhidas em um banco biológico de dados do Reino Unido. Os pesquisadores analisaram as similaridades das sequências genômicas entre gêmeos e seus desempenhos nos testes de QI, para conseguirem reconhecer como os genes atuam na inteligência. Os resultados dos gêmeos idênticos ficaram mais parecidos entre si do que os resultados dos gêmeos fraternos.

Os pesquisadores conseguiram identificar os marcadores genéticos por trás dos bons resultados, graças ao uso da tecnologia avançada existente. As variedades genéticas “mais inteligentes” foram mais presentes entre pessoas que nunca fumaram. Elas também foram encontradas entre pessoas que conseguiram parar de fumar.

Mas os genes descobertos, significam apenas uma parcela das variedades obtidas nos exames. Danielle Posthuma, principal autora do estudo, explicou que ainda existe um longo percurso para que outros genes importantes, sejam descobertos.

Estudos mostraram que as ações externas, também exercem um papel importante nas capacidades mentais. O ambiente produz os seus efeitos no conhecimento e no funcionamento do cérebro. Um exemplo são os locais insalubres, que apresentam chumbo na água potável e falta de iodo, podendo dificultar o crescimento intelectual das crianças, sendo necessária a suplementação.

A próxima etapa é compreender os genes encontrados. Quatro desses genes descobertos, são conhecidos por controlar a evolução de células e os outros três, por agir no funcionamento dos neurônios. Os pesquisadores afirmam, que serão necessárias experiências com células cerebrais, para compreender o que faz esses genes, serem especiais na formação do intelecto. Eles também acreditam, que vários outros genes ligados à inteligência, ainda não foram descobertos e para compreendê-la será necessário estudar suas alterações genéticas. Nesse estudo recente, os cientistas pesquisaram apenas uma amostra da população europeia.

Em outros estudos feitos anteriormente, eles verificaram que as alterações dentro de um grupo, podem delimitar o entendimento em relação a outras populações. Promover comparações das alterações genéticas entre grupos diferentes, podem significar um caminho importante para a pesquisa.

Os pesquisadores têm estudado a inteligência humana seguindo testes cognitivos que qualificam a habilidade mental, o raciocínio e a memorização. Cada avaliação retrata diferentes habilidades mentais, mas juntos, eles poderão estabelecer a inteligência de uma pessoa,  indicando o seu QI, pois quem faz menos pontos em um dos testes, tem tendência a ir mal nos outros. Mas não se sabe claramente como a inteligência atua no cérebro.

Em outras pesquisas, neurocientistas relacionaram cérebros de indivíduos com pontuações de QI altas e baixas e concluíram que o tamanho do cérebro pode ter alguma influência nesses resultados. Em outro estudo foi verificado, que a competência com que o cérebro envia sinais de uma região para outra, pode ter uma ligação com a inteligência. Apesar da influência do intelecto humano, ainda não é conhecido como esses fatores agem de forma individual.