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Estudo garante que uma hora de exercício por semana pode prevenir a depressão

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Diversos estudos científicos já indicaram que a atividade física tem o poder de neutralizar e até mesmo de acabar com a depressão nos últimos anos. Porém, até o momento, pouco havia sido dito acerca do tempo de exercício necessário para obter esse resultado.

Pensando nisso, uma pesquisa científica publicada recentemente no jornal American Journal of Psychiatry tentou encontrar uma resposta para esse questionamento. De acordo com a pesquisa, realizada por pesquisadores do Black Dog Institute, sediado na Noruega, se exercitar por uma hora por semana já é o bastante para a prevenção da doença.

Para chegar a essa resposta, os pesquisadores acompanharam nada menos que 33.908 adultos noruegueses pelo período de onze anos. Durante o estudo, os voluntários informaram sobre a frequência e a intensidade em que realizavam exercícios físicos, além de responderem questionários que tinham o intuito de identificar se os participantes sofriam de depressão e ansiedade.

Vários fatores que poderiam estar relacionados a essas condições de saúde também foram considerados, como por exemplo, o Índice de Massa Corporal (IMC), e se os voluntários faziam uso de alguma droga.

Os resultados do estudo indicaram que os voluntários sedentários possuíam um risco até 44% maior de desenvolverem depressão quando comparados as pessoas que praticavam de uma a duas horas de atividades físicas por semana. Os cientistas noruegueses ainda afirmam que 12% dos casos de depressão possuíam a chance de serem evitados caso os participantes tivessem praticado o tempo de 60 minutos de exercícios em uma semana.

Segundo um dos responsáveis pela pesquisa, Samuel Harvey, essa foi a primeira vez na história em que foi possível quantificar o tempo de atividade física necessário para evitar a depressão. Ele ressaltou ainda que essa descoberta é importantíssima pois mostra que uma pequena quantidade de exercício já é o bastante para combater o quadro da doença.

Portanto, Samuel Harvey destacou que é fundamental encontrar novas formas de aumentar os níveis de atividades físicas praticadas pelo população, tendo em vista que essa atitude pode beneficiar profundamente a saúde física e mental das pessoas e neutralizar a depressão,  também conhecida como “o mal do século”.