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Especialistas falam sobre os benefícios do feijão e saiba mais sobre a variedade deste rico alimento

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Deixar o feijão de molho de um dia para o outro é uma tradição muito antiga e que agora está cientificamente provado que isso traz muitos benefícios para a saúde. Alexandro Felipe é culinarista e técnico em alimentos, mas cozinha feijão como antigamente: “Tem toda essa questão de deixar o feijão mais suave com relação ao seu sabor, e também ele acaba ficando menos indigesto”, diz Alexandro. Além de reduzir o tempo de cozimento e economizar gás, a pratica tira dos grãos alguns componentes que dificultam a nossa digestão.

“O ideal é que a água cubra por completo os grãos, que eles fiquem em um pote com tampa de um dia para o outro, e que seja em vasilhas de cerâmica ou de vidro. Esse molho deve ser feito por um tempo mínimo de 8 horas”, diz a nutricionista, Klara Rahmann.

Algumas pessoas usam essa mesma água onde o feijão ficou de molho para cozinhar, mas nesta água estão contida as substâncias que foram retiradas no processo de imersão dos grãos, e que são consideradas antinutricionais ou indigestas. Portanto, descarte essa água e use uma água nova para fazer o cozimento.

A recomendação vale para outros tipos de grãos:

“Isso serve também para ervilha, lentilha, grão de bico, até mesmo um próprio arroz integral”, diz Klara. O feijão é um dos alimentos mais consagrados aqui no Brasil e junto com o arroz, faz sucesso a séculos aqui no país, devido a sua simplicidade, sabor e benefícios. Existem de vários tipos: feijão carioquinha, feijão preto, feijão branco, feijão de corda. Tem o feijão rosado, o jalo, fradinho, azuki, verde, vermelho, roxo, bolinha, rajado, macassa, moyashi e o feijão-guandu. Todos eles devem seguir este mesmo processo de imersão para a retirada de impurezas dos grãos.

O feijão é rico em nutrientes essenciais para a saúde humana, como vitaminas, mineiras, proteína, cálcio, ferro em bastante quantidades e fibra alimentar, fundamentais em quantidades diárias. O feijão preto e o feijão fradinho são ricos em ácido fólico, ideal para mulheres que desejam engravidar ou que já estejam nos primeiros meses de gestação.

Ele é um alimento completo, tem o seu consumo bastante recomendado por especialistas de saúde no combate da anemia e da desnutrição infantil. Muito se especula devido a sua origem ser da Mesopotâmia e ter surgido há 7 mil anos a.C.

Aqui no Brasil, o tipo mais abundante e sem dúvidas o mais consumido, é o feijão carioquinha, também muito conhecido como feijão carioca (Phaseolus Vulgares). O feijão preto também vem logo em seguida apreciado em muitas regiões do país e ideal para se fazer feijoada. Existem outros tipos bem consumidos em regiões específicas do país, como o macassa (Vigna unguiculata) que é muito consumido em regiões rurais do Nordeste brasileiro.